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Why Gentlemen Prefer Blondes?

Há 50 anos o cinema se despediu daquela que seria uma das mais belas e provocantes divas de todos os tempos. Estamos falando de Marilyn Monroe, ícone de beleza e sensualidade. E como março comemora-se o dia Internacional da Mulher, o Espetaculosas escolheu a loura mais famosa de todos os tempos para homenagear. 
Norma Jeane Mortensen nasceu em 1º de junho de 1926 na cidade de Los Angeles, Califórnia. Filha da editora de filmes Gladys Pearl Monroe, a então futura diva do cinema na verdade nunca soube quem foi seu pai biológico, questão que a perseguiu por muito tempo. 
Por motivo de doença psicológica sua mãe precisou ser internada em um hospício, levando a pequena Norma Jeane a morar na casa de parentes e em orfanatos. O tempo passou e sua vivência em casa de adoção foi ficando cada vez mais difícil, pois ela já não tinha mais idade para ser adotada. 
Foi aí que em 1937 mudou-se para a casa de Grace Mckee Goddard, amiga de sua família. Viveu lá até seus 16 anos, quando o marido de Grace foi transferido da cidade devido ao trabalho. Como a família não tinha mais condições de sustentá-la, para não voltar a morar no orfanato, Norma Jeane se viu obrigada a se casar com o namorado, Jimmy Dougherty. 
Com o ingresso de Jimmy na Marinha e sua transferência para o Pacífico Sul, a bela foi trabalhar na fábrica Rádio Plane Munition e acabou sendo descoberta pelo fotógrafo Davis Conover. Encantado pela moça, ele acabou convencendo-a a posar para uma seção de fotos. E como as lentes pareciam adorar Norma Jeane, dali em diante inúmeros convites começaram a surgir. Em dois anos, ela já havia estampado várias capas de revistas. 


Quando seu marido voltou, ela se viu dividida entre o casamento e a carreira, que a essa altura já caminhava para a interpretação graças aos cursos de teatro que começou a fazer. Acabou optando pelo divórcio, já que o oficial não aceitava ser casado com uma atriz. 
Contratada pela Twentieth Century Foz em 1946, onde ganhava 125 dólares por semana, Norma Jeane pintou os cabelos de louros e se transformou em Marilyn Monroe. O primeiro nome era considerado o mais chique para a época, já o segundo era o sobrenome de sua avó materna.

Luz, câmera, ação!

 

O início na telona foi em filmes pequenos como The Shocking Miss Pilgrim (Sua Alteza, a Secretária, 1947),  Love Happy (Louco Amor, 1950) e All About Eve (A Malvada, 1950), ao lado de Bete Davis, entre outros. 

Porém, Marilyn logo chamou a atenção por causa de sua veia cômica e da inocência de uma menina misturada à sensualidade de uma mulher. Com participações em eventos, a loura passou a ser chamada para papéis em grandes produções, tornando-a uma das estrelas mais populares da década de 50. O sucesso veio através de títulos como Gentlemen Prefer Blondes (Os Homens Preferem as Louras, 1953) e How to Mary a Millionare (Como Agarrar um Milionário, 1953), consagrando-a de vez como uma estrela do cinema. 

Em 1953, aos 27 anos, foi eleita pela revista Photoplay como a melhor atriz iniciante. E ela, com certeza, já era a loura mais amada de Hollywood. No entanto, apesar de sua beleza deslumbrante, com curvas e lábios carnudos, era considerada muito mais do que um símbolo sexual. Com seu carisma e simpatia, somada a inocência e falsa vulnerabilidade, Marylin Monroe teve o mundo todo aos seus pés. 

O furacão louro morreu em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos. A atriz foi encontrada morta em suja casa, na Califórnia. Todos ficaram muito chocados com a notícia e o mundo chorou a perda da maior diva de todos os tempos. 

Há suspeitas de que Marilyn Monroe teria sido sufocada, até morrer, a mando da máfia que tinha ligação com John Kennedy.  Provavelmente, eles também estariam ameaçando a vida do presidente e não queriam que ela servisse de testemunha, já que foi sua amante por muitos anos. 

As gravações de seus telefonemas desapareceram e o relatório da autópsia foi perdido. Toda a documentação do FBI sobre sua morte foi suprimida e os amigos da atriz que tentaram investigar sua morte receberam ameaças.  

Vida pessoal

- Marylin casou-se, pela segunda vez, em 1954 com o jogador de beisebol Joe DiMaggio. O matrimônio durou apenas nove meses, devido ao ciúme do marido por causa da figura de símbolo sexual que a diva carregava.  

- O terceiro casamento de Marylin Monroe foi com o dramaturgo Arthur Miller, em 1956. Ele chegou a escrever para ela o filme The Misfits (Os Desajustados, 1961), em que contracenou com o galã Clark Gable, último filme completo da diva e a despedida do galã das telonas. Já o relacionamento  terminou em 1961, dia da pose do presidente John F. Kennedy, nos Estados Unidos. E mesmo sendo em uma data importante para os EUA, mais uma vez a vida de Marylin foi alvo de fofocas, escândalos, capas de jornais e revistas pelo mundo.


- Marylin Monroe era amante de Kennedy antes de ele entrar na Casa Branca e ela se casar com Arthur Miller. Dizem que o presidente ficou obcecado por ela graças ao irmão, Bobby, que lhe mostrou um pôster da loura, de roupa decotada e pernas abertas, quando ele estava se tratando de um problema na coluna. Apesar de suas ilusões, a loura sabia que Kennedy desejava apenas a estrela cintilante de cinema, não a mulher que ela era de verdade.
 
Carreira


- A loura chegou a montar sua própria produtora: Marilyn Monroe Productions, em 1956. Sua empresa produziu os filmes Bus Stop (Nunca Fui Santa, 1956) e The Prince and the Showgirl (O Príncipe Encantado, 1957).

- Em 1959, a atriz brilhou no longa Some Like It Hot (Quanto Mais Quente Melhor), e teve seu trabalho reconhecido ao vencer o Globo de Ouro na categoria melhor atriz em comédia.


- Já na premiação do Globo de Ouro de 1962, Marylin foi nomeada a "personalidade feminina favorita de todo cinema mundial".

Frases de Marilyn

- “Mulheres comportadas, raramente fazem historia”

- “Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura. Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor!”

- “Eu sabia que eu pertencia ao público e ao mundo, não pelo fato de ser talentosa ou até mesmo bonita, mas porque eu nunca pertenci a nada ou a ninguém”

- “Alguém que faz você acreditar que realmente tem algo bom no mundo. Alguém que te convence que lá tem uma porta destrancada só esperando você abri-la. Isso é uma amizade pra sempre.”




- “Se eu tivesse cumprido todas as regras, eu nunca teria chegado em qualquer lugar.”

- “Os homens passam, os diamantes ficam.”

- “Uma garota sábia beija mas não ama, escuta mas não acredita e parte antes de ser abandonada.” 

- “Viver sozinha é como estar numa festa onde ninguém olha para ti.”         

Por Tatiana Bruzzi

Publicado em Março de 2012

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Jobs: a revolução do século XXI

Ideias, vontade de inovar, criatividade de sobra. Tudo isso em uma só pessoa: Steve Jobs. O cara que mudou a forma como o mundo lida com a tecnologia perdeu a luta para o câncer que tinha no pâncreas em 8 de outubro desse ano. 

Com isso, uma pergunta paira no ar: “Quem será seguido agora?”. Sim, Jobs era inventivo, talentoso ao extremo e todos queriam ter sua genialidade, copiar suas ideias. Em 1975, ele criou na garagem de seu pai o primeiro computador da companhia, o Apple I. A partir daí, a Apple transformou a maneira de as pessoas se relacionarem com a comunicação e a tecnologia. 

Mais tarde veio o iPod, revolucionando o mercado da música; o iPhone, alterando o desejo de consumo das pessoas, e o iPad - tablet que logo modificou o jeito como os indivíduos interagem, lêem, se informam. Com suas criações, as pessoas tornaram-se mais exigentes, sempre esperando algo ainda mais inovador. Com sua morte, como será o mundo? E a Apple? Continuará tão fantástica? 
O jornal Daily Mail divulgou que o gênio da tecnologia, mesmo debilitado, teria trabalhado no desenvolvimento de novos produtos para manter viva a essência de sua empresa e atender às expectativas de seus clientes, legião de fãs que ele conquistou com suas inovações. 



Já em 13 de outubro, aconteceu o primeiro lançamento da empresa após a partida de seu fundador: o iCloud (um tipo de disco rígido no céu, que armazena automaticamente o conteúdo, para que tudo esteja sempre à disposição no iPhone, iPad, iPod touch, Mac ou PC, permitindo que o usuário acesse os seus apps, fotos mais recentes a partir de qualquer dispositivo que estiver usando).
Jobs, o homem que tinha trabalho em seu sobrenome, transformou a interação entre ser humano e máquinas. Sua morte mexeu com milhares de pessoas, que se manifestaram de diferentes maneiras em todo o mundo: nas redes sociais, a maçã da Apple chorou e os iPads  reproduziram velas virtuais. 
Cada um entrou em luto de uma forma diferente, inovadora como Jobs adoraria que fosse. O mundo perdeu seu gênio e não se sabe como será daqui para frente, se os novos produtos terão o mesmo impacto, mas o legado de Jobs, esse, certamente, vai continuar mudando a vida de diversas gerações. 

Por Sincer Ramalho

Publicado em Outubro de 2011

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Uma menina danadinha

De vestido vermelho e cabelos cacheados, essa menina marcou a minha, a sua e, com certeza, a infância de muita gente. Esperta demais para sua idade, que estima-se ser entre 08 e 10, e muito teimosa, Luluzinha (ou Little Lulu) sempre se mete em confusão. Tudo o que Lulu mais almeja é saber o que acontece dentro das paredes secretas do "Cube dos Meninos", comandado por seu amigo Bolinha. 

Criada em 1935 por Marjorie Henderson Buell, sua primeira aparição foi em uma charge que mostrava a menina em frente a um casal de noivos jogando cascas de banana no corredor da igreja, durante a cerimônia de casamento. 

Suas aventuras eram publicadas no jornal The Saturday Evening Post, onde ficou até 1945. Durante esses dez anos, alguns livros contendo brincadeiras e passatempos com Lulu e Bolinha chegaram a ser publicados.

Neste mesmo ano, a Dell Comics colocou no mercado editorial revista em quadrinhos, com roteiro e desenhos assinados por John Stanley. E após algum tempo, Irving Tripp assumiu a parte artística, deixando Stanley responsável apenas pelos roteiros. 


No início, os traços dados por Marge foram mantidos. Com o tempo, deram um visual mais simples e dócil para a personagem. Mas como a Luluzinha teve diversos desenhistas, nota-se quatro traços diferentes. 
Por volta da década de 70 os direitos de publicação das personagens foram vendidos para a Western Publishing Company. Sendo assim, a revista foi editada nos Estados Unidos até 1984.  
Além de Bolinha, Lulu divide suas aventuras com Aninha (sua melhor amiga), Alvinho (com quem dá uma de babysister), Plínio (o riquinho da história), Glória  (a menina esnobe), Juca e Zeca (estes últimos, integrantes do "Clube dos Meninos" ao lado de Bolinha).  

76 anos de muitas peripécias

- Nos gibis da Lulu, a menina sempre divide suas aventuras com seu diário. 

- Algumas séries de desenhos animados com a personagem e sua turma chegaram a ser produzidas e veiculadas. A primeira foi gravada entre 1943 e 1948 pela Paramount Pictures.



- Novos episódios foram produzidos no Japão pela Nippon Animation, entre 1976 e 1977, no formato Anime. O sucesso chegou a países da Europa e América Latina. 

- Nos anos 70, o canal americano ABC exibiu uma série especial com as personagens.

- No Brasil, a turma da Lulu chegou pela revista O Cruzeiro, em 1955. Já na TV, na década de 80 através das emissoras Globo, Record e SBT.



- A última série de desenhos foi produzida de 1995 a 1997. Com o nome de The Little Lulu Show, foi exibida nos Estados Unidos pelo canal HBO Family.




- Há dois anos a versão teen em quadrinhos da Lulu e sua turma foi lançada, mas perdeu a graça e a inocência. 



Fonte: Wikipédia 

Por Tatiana Bruzzi

Publicado em Agosto de 2011

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A marca da pele

NIVEA completa 100 anos cuidando da pele. É uma senhora marca de creme cosmético que, às custas de muita pesquisa e publicidade, se tornou o primeiro hidratante do mundo. Pois foi com a ajuda do emulsificante Eucerit, que água e óleo se uniram para produzir a base do produto mundialmente conhecido. Depois, um nome facilmente assimilável pelo consumidor e inspirado nas palavras latinas nix (neve) e nivis (de neve). O resultado se consolidou na famosa latinha azul.

A história de NIVEA começou na cidade de Hamburgo, Alemanha, graças a três pesquisadores e visionários empreendedores: o farmacêutico, Oscar Troplowitz, que reconheceu o potencial de Eucerit, um emulsificante desenvolvido pelo químico Dr. Isaac Lifschütz e aprovado pelo dermatologista Prof. Paul Gerson Unna. Em dezembro de 1911 foi lançado o NIVEA Creme, cuja latinha era inicialmente amarela e trazia no rótulo o endereço da fábrica.

Segundo a empresa responsável pela marca, desde o início, o objetivo do Dr. Troplowitz foi desenvolver produtos de alta qualidade que fossem acessíveis a todos. Desse modo, antes de lançar o produto no mercado, os pesquisadores estudaram as individualidades e necessidades de cuidado com a pele das pessoas do mundo inteiro. Como resposta, encontraram uma fórmula que atendesse a cada cultura, gênero e idade.



Mas nenhum produto se mantém no mercado sem uma boa propaganda. Sendo assim, a empresa colocou anúncio em um jornal de Berlim para buscar três garotas NIVEA. A proposta era selecionar belezas naturais, rostos comuns e com os quais o público se identificasse de imediato. As selecionados foram três irmãs: Margot, Elfriede e Hertha. Já no ano de 1924, as meninas foram substituídas pelos irmãos Rolf-Robert, Peter e Wilhelm Wiethüchter, três garotos felizes e confiantes, representantes do ideal de beleza da época.

NIVEA cresceu ao longo dos anos atendendo à demanda do público. Depois de consolidado o creme, em 1919 foi lançado o sabonete e, um ano depois, uma seleção de produtos para cabelos chamados NIVEA Hair Milk. Mas a pesquisa de mercado revelou que as pessoas queriam produtos especificamente indicados para a sua pele. Então, em 1922, os homens ganharam o sabão para barbear e, um pouco depois, o público asiático foi agraciado com a Pasta Branqueadora NIVEA. Uma maneira de preservar a aparência branca e pálida, própria da cultura desse povo.

Mas a marca se preocupou com a idade das pessoas também, e os bebês receberam cuidados especiais depois da Segunda Grande Guerra. Nesse período, houve uma explosão populacional (baby boom) e o cuidado da pele do bebê foi redobrado. Por conta disso, em 1960, surgiu o NIVEA baby. A partir da década de 1970, a linha para bebês incluía talcos, banho, creme, sabonete e cotonetes.


Não só bebês precisam de cuidados especiais. A pele madura requer atenção também. Portanto, em 1994, surgia a NIVEA VITAL e, quatro anos depois, foi desenvolvida a linha cosmética anti-rugas Q10. O ingrediente foi usado para criar o NIVEA Visage creme antirrugas Q10 diurno. Hoje, o consumidor conta com uma ampla diversidade de produtos hidratantes, cremes para o corpo, sabonetes, desodorantes e protetor solar.



De acordo com a empresa, atualmente NIVEA trabalha com 50 institutos, em lugares como Índia, China e África do Sul. Além disso, conta com um laboratório em Hamburgo, especialmente para atender a Ásia e América Latina, onde as necessidades de tipos de pele e climas são mais específicas.

Por Maria Oliveira
 
Publicado em Julho de 2011

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Mafalda

49 anos de muita filosofia e inconformidade

No último dia 15 de março Mafalda completou 49 anos. Conhecida por sua veia filosófica e humor ardido, a personagem mais famosa dos quadrinhos argentinos nasceu das mãos de Joaquín Lavado – vulgo Quino – em 1962.

Mafalda, cujo nome teve inspiração na novela Dar la cara, de Dvid Viñas, foi inicialmente criada para um cartoon de propaganda dos Eletrodomésticos Mansfield, que seria publicado no diário Clarín. Mas a campanha foi cancelada, após quebra de contrato.

Somente em setembro de 1964 é que a menina de seis anos, que ama os Beatles e o pica-pau, mas odeia a sopa da mãe, surgiu no mundo dos quadrinhos, junto com seus pais, na publicação Primeira Plana.


Em março de 1965 a tirinha se tranfere para o extinto El Mundo, Buenos Aires. Onde permanece até dezembro de 1967, época em que o jornal faliu, destacando sua visão aguda da vida e questionando o mundo à sua volta. Principalmente o contexto dos anos 60, em que vive.



Lá os quadrinhos passam a ser diários, permitindo que o autor trate de assuntos corriqueiros mais detalhadamente. Mafalda ganha a companhia de Manolito e Susanita, enquanto que sua mãe aparece grávida. E sua preocupação com a humanidade e a paz mundial, faze surgir adeptos de sua filosofia por toda a América Latina e Europa.



Em Junho de 68, Mafalda se muda para o Siete Dias Illustrados. Já que os quadrinhos deveriam ser entregues com duas semanas de antecedência, infelizmente não havia mais como Quino comentar as notícias diárias.


Mesmo assim as tirinhas de Mafalda permanceream sendo publicadas até junho de 1973, quando se despediram dos leitores. Depois disso, Quino chegou a desenhá-la algumas vezes somente para promover campanhas direcionadas aos Direitos Humanos.


Uma delas foi em 1976, quando Mafalda ilustrou um pôster da UNICEF destacando a Declaração Universal dos Direitos da Criança.

Até hoje a menina representam um boom nas vendas pela Argentina e o resto do mundo, em reedições de histórias não relacionadas com a época.


Além disso, é lembrada pelos moradores e visitantes da cidade de Buenos Aires, onde existe uma praça com o seu nome. 



A filsofia de mafalda


“Mais do que um planeta, este aqui é uma grande casa da mãe Joana espacial!”

“Não há nada! Em todos os canais só há televisão! (Mafalda, procurando algum programa bom na TV)

“E por favor, senhor, que nunca sejamos o presunto do sanduíche internacional” (Mafalda, à noite, rezando)

“O negocio é encarar a artificialidade com naturalidade”

“O pior é que a piora começa a piorar”

“Todos acreditamos no país! O que já não sei a esta altura é se o país acredita na gente…”

“Estamos fritos rapazes! Acontece que, se a gente não se apressa em mudar o mundo, depois é o mundo que muda a gente…”


“Parem o mundo, que eu quero descer!”

“E Deus terá patenteado a ideia deste manicômio redondo?” (pensa, depois de olhar para o globo terrestre na sala de sua casa)

“Se viver é durar, prefiro uma canção dos Beatles em vez de um long play dos Boston Pops”

“Não é que não haja bondade... o que acontece é que ela está incógnita”

“Errare politicum est”




















Por Tatiana Bruzzi

Publicado em Março de 2011

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O carnaval do bate-bola

A fantasia predispõe o folião a brincar o carnaval com mais liberdade. Por trás de uma máscara preserva-se a identidade e afasta-se o medo de transgredir. O medo, entretanto, fica do lado de fora, na cara de quem vê um mascarado na rua. Correr de um clóvis é uma experiência pela qual já passou todo suburbano que se preza.

Clóvis ou bate-bola é o nome de uma fantasia carnavalesca característica dos subúrbios cariocas, principalmente os das Zonas Norte e Oeste. O nome é uma derivação da palavra “clown”, que significa palhaço em alemão.

A fantasia se assemelha muito com a roupa de palhaço porque é bem colorida e farta em babados, cujo efeito belíssimo se mostra na coreografia do grupo. Além de uma sombrinha, trazem na mão uma bexiga de boi ou de plástico para fazer barulho, fora chocalhos e apitos que aterrorizam a criançada e marmanjos também.



Muito comuns, principalmente nos subúrbios de Marechal Hermes e Bento Ribeiro, os blocos de bate-bolas são temidos porque se aproveitam do carnaval para resolver antigas rixas entre gangues do lugar.

Por conta disso, há sempre confronto e violência quando grupos rivais se encontram. A provocação vai desde a sofisticação da indumentária e apetrechos de mão, até a composição de hinos de funk cantados em carros de som.

Felizmente, o espírito carnavalesco está superando o da violência gratuita entre os blocos. De tanta repressão policial, os competidores voltaram a pensar mais na brincadeira em si.



Prova disso é que cada vez mais imprimem rigor técnico na confecção das fantasias, modernizam o tema, mas não abandonam a máscara diabólica que ironiza o público com uma chupeta na boca.

O nível de aprimoramento da fantasia de clóvis chegou a tal ponto, que costureiras especializadas cobram em média mais de mil reais por cada uma. É um mercado que cresce vertiginosamente graças à volta do Carnaval de rua, e à mobilização de blocos em torno de uma estética própria.



Estética que estimula o desejo de expressar uma relação entre o real e o imaginário. É pela fantasia que podemos ser tudo por um dia, mesmo que, na quarta-feira de cinzas, a bola do clóvis murche, a máscara caia e o palhaço perca a graça.

Isto é carnaval!

Por Maria Oliveira

Publicado em Março de 2011

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60 anos de Snoopy e sua turma

No mês que termina hoje Charlie Brown, personagem criada por Charles Schulz, completou 60 anos. Para comemorar a data, o Espetaculosas homenageia essa turminha tão carismática, responsável por uma das tirinhas mais divertidas que o mundo já viu.

A estreia dessa turma foi em 2 de outubro de 1950, quando teve sua primeira histórinha publicada em oito dos principais jornais dos EUA. Charlie Brown, Linus, Lucy, Schroeder e Patty Pimentinha, estamparam as páginas do The Washington Post, The Chicago Tribune, The Minneapolis Tribune, The Boston Globe, The Seattle Times, The Denver Post, The Allentown Call-Chronicle e The Bethelem Globe-Times.

Dois dias após a aparição da turma foi que Snoopy, um beagle, surgiu. Isso, lá pela terceira tirinha. Estava completa a turma que mexeria com o universo dos quadrinhos para sempre.

As personagens inesquecíveis criadas por Charles M. Schulz, começaram a nascer em 1947. Mas o menino Charlie Brown só veio a tomar forma definitiva 3 anos depois.




Snoopy só virou foco dos quadrinhos em 1973. Nesta época suas histórias já eram publicadas em 2.600 jornais, distribuídos em 75 países com mais de 350 milhões de leitores.



  
A última tira de Peanuts foi publicada em 12 de fevereiro de 2000. Poucas horas depois Charles Schulz, pai de Charlie Brown e cia, faleceu, aos 77 anos de idade. Mas seu legado permanece até hoje.

Das tirinhas, a turma do Charlie Brown foi parar na TV. As histórinhas de Snoopy tornaram desenhos animados, sendo exibidos na TV Globo e SBT. Também especiais de Natais, mais tarde lançados em VHS.

Além disso o cãozinho Snoopy virou brinquedo e produtos infantis, como escova de dentes, shampoo e sabonete.

Recentemente Jeannie Schulz comentou sobre a popularidade atemporal das personagens, criadas por seu marido: “Fazer os outros felizes era uma medida de sucesso para ele".




É, e conseguiu!

O cão mais famoso do mundo

Snoopy nasceu em 1950 na tirinha dos Peanuts, aqui no Brasil com o título de Minduim. Seu nome foi criado a partir da mistura de dois cachorros que seu criador, o cartunista norte-americano Charles M. Schulz (1922-2000), teve na infância, "Spike" e "Snooky".




Surgiu para ser um cão sem dono, uma espécie de "cão de todos". E não apenas de Charlie Brown. Era mudo e assim se manteve durante os dois primeiros anos de vida, quando começou a ganhar características humanas.

Neste período é que se tornou o cachorro de Charlie Brown, passando em seguida a desenvolver pontos marcantes como charme, personalidade forte, a amizade com o passarinho amarelo Woodstock e a mania de dormir no telhado de sua casinha.




No início desse ano a personagem foi eleita o cachorro mais famoso do mundo através da American Kennel Club, entidade responsável pela padronização das raças nos EUA. A votação ocorreu em comemoraçao aos 125 anos dessa instituição.

Parabéns para eles


Em comemoração aos 60 anos dessa turminha, estão previstos lançamentos de um livro com a reunião das quase 200 mil tirinhas de Peanuts já publicadas. Além disso, a Warner pretende remasterizar os desenhos e lançá-los em DVD. Já a TV Record, comprou os direitos de exibição dos desenhos do Snoopy.


Eles fazem aniversário, nós é que comemoramos.


Por Tatiana Bruzzi

Publicado em Outubro de 2010 

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Histórias de amor

Historicamente, o “verdadeiro amor” está sempre em construção. De acordo com a cultura e as mudanças sociais de cada época, os limites desse amor tendem a ganhar dimensões diferentes. Assim, no Antigo Egito, Cleópatra usava táticas amorosas para ampliar seu poder. Na Idade Média, os cavaleiros adotaram normas mais civilizadas e inventaram o “amor cortês”, inspirando poetas, pintores, escritores e músicos. Um exemplo clássico é a história de Tristão e Isolda, tema de uma das mais famosas óperas de Wagner. Existe também o “amor bandido”, eternizado no cinema pela dupla Bonnie & Clyde.

Na Antiguidade, o casamento era uma proposta política. A História está repleta de exemplos desse tipo de contrato, através do qual as famílias nobres se valiam dos laços de sangue para perpetuar suas riquezas. Desse modo, seguindo o antigo costume egípcio, a jovem Cleópatra casou com seu irmão Ptolomeu XIII. Ainda em nome do poder, o irmão não poupou de expulsar a rainha em tempos de crise governamental. Cleópatra, na tentativa de recuperar o poder, alia-se a Júlio César, depois a Marco Antônio, principal general dos exércitos de César. Começa o triângulo amoroso mais famoso do Egito.

Fontes antigas atribuem a Cleópatra uma inteligência rara e um poder de sedução incrível. Contam que a Rainha do Nilo marcou um encontro com Júlio César no inverno de 48 a.C. – 49 a.C., a fim de lhe dar um presente. Quando este chegou ao Egito, Cleópatra o recebeu enrolado em um tapete. César ficou impressionado e atraído ao vê-la no interior do presente que ele receberia. Para justificar tal audácia, a rainha lhe disse que se encantara com suas histórias amorosas, e ficou desejosa de conhecê-lo. Tornou-se, assim, sua amante, o que ajudou a estabelecer o seu poder no país.

Com Marco Antônio não foi diferente. Após a morte de César, Cleópatra preparou um banquete no seu navio para recebê-lo, a fim de livrar-se das denúncias de que teria ajudado seus inimigos. Seduziu-o e os dois se tornaram amantes. Essa história egípcia ficou eternizada em filme de 1963, no qual Elizabeth Taylor fazia par com Richard Burton, seu amante na vida real.

Casos amorosos na nobreza sempre deram bons enredos. No Brasil Imperial, o caso extraconjugal de Dom Pedro I e a Marquesa de Santos alimentaram textos literários, de teatro, cinema e novela. Casado com Leopoldina de Habsburgo, Dom Pedro I chocava a sociedade da época ao sustentar sua paixão pela jovem Domitila de Castro Canto e Melo. Sem a mínima preocupação de esconder a amante, nem de manter a imagem de autoridade respeitável, Dom Pedro desagradava à opinião pública ao dar o título de primeira-dama da imperatriz à amante, e ao assumir a paternidade de Isabel Maria, primeira filha com Domitila.




Antes, porém, da nobreza Joanina entrar em cena, o amor cortês do século XII inspirou lindas histórias como a de Tristão e Isolda. Assim conta o trovador: “Senhores, agradar-vos-ia conhecer a bela história de Tristão e da Rainha Isolda. Ouvi como, alegres e tristes, eles se amaram, e disso morreram, no mesmo instante, ele por ela, ela por ele”. (Coleção a obra-prima de cada autor, p.15). O autor antevê o final para o leitor, que fica sabendo, logo no início, tratar-se de um amor impossível, tal qual o de Romeu e Julieta.

No final da história de Shakespeare, Julieta toma um frasco de elixir para simular sua morte e evitar um casamento indesejável com o Conde, amigo da família. Mas o plano dá errado. Romeu não recebera a carta explicativa do Frei, autor da farsa, e se desespera ao encontrar Julieta no mausoléu. Toma o veneno e morre abraçado a ela.

Na lenda celta, tal infortúnio também sucede, só que de outro jeito: Tristão casa contra a vontade com outra Isolda, a das Mãos Alvas, mas fica muito doente. Então, com a ajuda do fiel Kaherdin, planeja uma estratégia de rever a amada, antes de morrer. Assim ficou combinado: cada dia mandava um servo ir à praia para ver se a nau chegava, e via a cor dela. Se a vela içada fosse branca, Isolda, a Loura, estaria a bordo; caso contrário, a vela seria negra.



A mulher de Tristão, porém, descobriu tudo e se antecipou ao servo dizendo ao marido que uma nau de vela negra chegara a terra. Tristão morre de desgosto. Isolda, a Loura, chegou e “estendeu-se junto dele. Beijou-lhe a boca e a face, e abraçou-o apertado: corpo contra corpo, boca contra boca, e morreu com ele”. Diz a lenda que, sobre a tumba de Tristão e Isolda, nasceram dois arbustos, cujos galhos, entrelaçados, não poderiam se separar.

As verdadeiras histórias de amor estão sempre a quebrar barreiras e tabus. Assim foi a relação de Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. Eles foram o casal símbolo das esperanças libertárias dos tempos modernos. Durante mais de 50 anos, até a morte de Sartre, o amor e a paixão da amizade os uniu, tendo sempre o pensamento e a escrita em primeiro lugar, seguidos do companheirismo e do prazer da conversa.

A relação dos dois não obedecia aos padrões nem a regras sociais da época. Beauvoir era uma moça de família burguesa e formação católica, que se envolvia com a liberdade das conversas masculinas sem o mínimo pudor. As cartas que trocava com Sartre ficaram famosas porque, nelas, Simone revelava como este homem a dominava intelectualmente: “Bruscamente não me achava mais só. Com ele, poderia sempre tudo partilhar”.

Partilhar, uma palavra que significa tudo na relação. Entretanto, no caso de Bonnie & Clyde, eles dividiram mais do que a cama. Eles aterrorizaram os estados centrais dos Estados Unidos durante a Grande Depressão no país, com assaltos a banco e assassinatos. Não só a carreira criminosa dos dois gângsteres, e o talento para fugir da polícia fascinaram o mundo, como também o romance entre eles. Bonnie e Clyde morreram numa emboscada, sendo atacados por seis franco-atiradores. A salva de tiros acabou com suas vidas, mas iniciou uma lenda eternizada no cinema, em filme de 1967, produzido e idealizado por Warren Beatty e dirigido por Arthur Penn.

Outros casos de amor ficaram registrados no cinema como a complicada história de Scarlet O’Hara e seus amores e desilusões, em que tem a Guerra Civil Americana como pano de fundo. Vivien Leigh encarna o papel principal ao lado de Clark Gabe. Este vive um aventureiro na história de amor e ódio marcada por conflitos e cenas inesquecíveis. Dirigido por Victor Fleming, “... E o Vento Levou” (1939), é um dos clássicos de cinema que recebeu mais prêmios em toda a história de Hollywood.

Para quem preferir curtir essas clássicas histórias de amor no escurinho do cinema, aqui vai uma dica: Segundo a Folha.com- Ilustrada, o produtor de cinema Scott Rudin comprou os direitos da biografia "Rainha do Nilo, Cleópatra: uma Vida". Desta vez, a atriz escolhida para o papel foi Angelina Jolie, que assumirá o trono da rainha do Nillo, segundo o jornal "USA Today". O lançamento do filme está previsto para novembro deste ano.

Por Maria Oliveira
 
Publicado em Junho de 2010

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A mamãe mais top do Brasil

Quando o Espetaculosas pensou em escolher alguém para homenagear as mães, o nome que logo veio a cabeça foi Gisele Bündchen. Ou alguém ainda duvida que a Top Model seja a mãe do ano?

Gisele Caroline Bündchen nasceu numa cidade chamada Horizontina, na região noroeste do Rio Grande do Sul, em 20 de julho de 1980. Descendente de alemães, a gaúcha vem de uma família composta por cinco irmãs. Entre elas, as gêmeas Patrícia e a própria Gisele.

Quando era adolescente sonhava se tornar jogadora de vôlei. Mas acabou virando modelo por acaso, aos 14 anos de idade. Sua carreira teve início graças a um “olheiro” de uma agência. Ele a viu em um shopping de São Paulo, enquanto devorava um Big Mac, e a chamou para um teste.

Começou a trabalhar na Elite Model Management, e depois a ser representada pela IMG Models. E hoje, com 15 anos de carreira, é uma das mais conceituadas no mercado nacional e internacional. Em 1999 sua figura carismática e notoriedade no mercado da moda levou a revista Vogue a afirmar que era o “fim de modelos pouco saudável” no mercado.

Em 2000, Gisele foi apontada pela revista Rolling Stone como a modelo mais bem paga do mundo. Repetindo a dose nos anos de 2004 a 2008, e agora em 2010, só que pela Forbes. Sua fortuna está avaliada em 150 milhões de dólares e por conta disso, seu nome apareceu no Guiness Book como a modelo mais rica do mundo.

Já de acordo com o site models.com, Gisele Bündchen é a “modelo ícone” mais sexy do mundo. Ano passado o jornal The Daily Beast ainda a elegeu como a “mais valiosa”.

Em toda sua carreira, Gisele posou para grifes renomadas como Valentino, Zara, Versace, Victória’s Secret, Ralph Lauren, Dolce & Gabbana e Colcci. Ela também já estampou mais de 500 capas de revistas, entre elas Marie Claire, Vogue, Forbes, Vanity Fair, Times, Newsweek e Rolling Stone.




E ainda se arriscou em Hollywood, participando das produções Táxi e O Diabo Veste Prada.


A mãe do ano


Apesar de discreta, a vida amorosa de Gisele Bündchen já rendeu muitas fofocas. Em 2001 ela se relacionou com o ator/galã Leonardo DiCaprio, de Titanic. O namoro durou quatro anos e eles até cogitaram se casar aqui no Brasil, aonde vieram algumas vezes a passeio.


Em 2005 a modelo teve um afair rápido com o surfista Kelly Slater. E em dezembro do ano seguinte, começou a namorar o jogador de futebol americano Tom Brady. Com quem está até hoje.

Eles oficializaram a relação duas vezes. A primeira cerimônia foi realizada em fevereiro de 2009, em Los Angeles. E a segunda em abril do mesmo ano, na Costa Rica. Dessa vez com a presença de John, filho do jogador com a ex-namorada. E em dezembro passado Giselle deu à luz a Benjamin, o primeiro filho do casal.



A top já se prepara para voltar ao trabalho. Magra e linda - como sempre - promete agitar a passarela do São Paulo Fashion Week, em junho. Segundo a assesoria da Colcci, marca pela qual Gisele é garota propaganda, a modelo desfilará a coleção Primavera/Verão 2011.



Vale lembrar que na última edição do evento Gisele não desfilou porque estava de licença-maternidade. Por isso esse desfile terá um gostinho especial, para o mundo da moda e os fãs da super, hiper, mega, mãe, modelo...




Saiba mais em: http://www.giselebundchen.com.br/

Por Tatiana Bruzzi

Publicado em Maio de 2010  

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