Mostrando postagens com marcador Do Balacobaco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Do Balacobaco. Mostrar todas as postagens

Pega na Mentira


Há inúmeras explicações para o 1º de abril ser em homenagem ao dia da mentira. Também conhecido como “dia das mentiras”, “dia das petas”,“dia dos tolos” ou “dia dos bobos”, tudo leva a crer que a brincadeira nessa data teria começado na França.

Desde o começo do século XVI, o Ano Novo costumava ser festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera, e as festas comemorativa duravam uma semana, terminando justamente no dia 1º de abril.

Por volta de 1564, logo após a adoção do calendário gregoriano, o Rei Carlos IX da França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1º de Abril. Porém, alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1º de Janeiro.

Então, alguns gozadores passaram a ridicularizá-lo, enviando presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. E essas brincadeiras ficaram conhecidas como "Plaisanteries."

Em países de língua inglesa, o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fools' Day - Dia dos Tolos. Já na Itália e na França, ele é chamado respectivamente “Pesce d'aprile” e “Poisson d'avril”, que siguinifica “peixe de abril".

Aqui no Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido no estado de Minas Gerais, onde circulou “A Mentira”, um periódico de vida efêmera, lançado em abril de 1828, com a notícia do falecimento de Dom Pedro e desmentida no dia seguinte.

A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte e dando como referência um local inexistente.


As mentiras mais famosas do cinema





Pinóquio: o boneco de madeira que sonhava tornar-se humano e tem seu desejo realizado, mas é castigado pelo dom da mentira, vendo seu nariz crescer toda vez que “conta uma história”. 





O Rei Leão: Scar faz o jovem Simba acreditar que era culpado na morte do pai, o Rei Mufasa, quando na verdade foi o tio do leãozinho quem matou o próprio irmão para ficar com o trono.




O Mentiroso: Jim Carrey promete ao filho ficar um tempo sem mentir. A tarefa não seria difícil se ele não fosse um advogado capaz de tudo para vencer uma causa, inclusive inventar as piores histórias.





A Órfã: Isabelle Furhman interpreta uma mulher com aparência de menina e sérios problemas psicológicos. A suposta órfã vai parar na casa de uma família que acaba de perder a filha e passa a perturbar a mãe e amedrontar os outros filhos do casal, com a intenção de seduzir o pai. 





Batman – O Cavalheiro das Trevas: Coringa mente o verdadeiro paradeiro de Rachel e Harvey ao Batman, que vai parar no lugar errado, fato que acaba provocando a morte de sua amada.




True Lies: o agente secreto do Governo dos EUA vivido por Arnold Schwarzenegger escondeu enquanto foi possível da esposa, interpretada por Jamie Lee Curtis, sua verdadeira identidade, mas a verdade acaba vindo à tona e provocando grandes aventuras.



O Show de Truman: a vida de Jim Carrey no filme O Show de Truman é toda ficção, história construída para ser exibida em uma espécie de Reality Show. 





Por Tatiana Bruzzi
Publicado em Abril de 2013
Fontes: Wikipédia
             Yahoo 

Read More

A mulher e seu dia


O movimento feminista da década de 1960 recuperou a data comemorativa do Dia Internacional da Mulher, que foi adotado pelas Nações Unidas para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres. Entretanto, no Brasil,  a celebração está sendo usada como instrumento de propaganda política, visando justificar gastos do Governo com programas sociais que possam aumentar o consumo das famílias, em detrimento das reivindicações da mulher. 

“A mulher é a principal mola de propulsão para vencer a miséria. Sabe por quê? Porque ela é o centro da família. Porque quando uma mulher se ergue, nunca se ergue sozinha, ela levanta junto seu companheiro, ela levanta junto seus filhos, ela fortalece toda a família. Vem daí a importância que damos à mulher nos nossos programas sociais. 93% dos cartões do Bolsa Família estão, por exemplo, em nome de mulheres”.- discursou, em cadeia nacional, a presidente Dilma Rousseff, em  de março de 2012.




Até o término deste texto, não sei dizer se a presidente repetirá o pronunciamento do ano passado, neste 8 de março de 2013. Aposto que sim, mas com outras palavras. Aliás, a adulação nesta data é geral: do porteiro ao mais graduado, a mulher recebe sorrisos,  florzinha e até presentinhos do chefe. Não faltam também e-mails com lindas mensagens de autoestima enviados por amigos e, principalmente, pelas próprias homenageadas.


Por conta disso, o objetivo original se perdeu e a data tornou-se mais uma no calendário  como o dia das mães, das crianças, dos pais, dos namorados, e por aí vai... O carinho a gente agradece e retribui, mas queremos concretizadas as promessas.

As conquistas na área legal estão indo. A Lei Maria da Penha, de agosto de 2006, representa uma vitória na luta da mulher contra a violência doméstica porque garante a prevenção, a proteção da vítima e punição ao agressor. Mas, segundo a advogada Silvia Pimentel, do Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM), é preciso que seja aplicada de forma mais consistente em todo o país.

Além disso, a mulherada está estudando cada vez mais. Desse modo, buscam crescer profissionalmente visando melhores rendimentos, mas adiam o casamento e a maternidade. Segundo dados do IBGE, o nível de educação está associado ao grau e à intensidade de exposição da mulher aos processos sociais em que estão inseridas, ou sejam: urbanização, modernização da sociedade em seus aspectos culturais, econômicos e sociais; difusão dos meios anticonceptivos; oscilações da renda familiar e mudanças dos padrões de consumo. 


Ainda com base na pesquisa do IBGE, de cada 100 brasileiros com 12 anos ou mais de estudo, 56,7 são mulheres e 43,3, são homens. Entretanto, a notícia desanimadora, segundo a Síntese de Indicadores Sociais, é que as mulheres têm mais escolaridade, mas ganham menos em todas as posições na mesma ocupação.

Contudo, a mulher está trabalhando em diversos setores da sociedade, antes exclusivos do homem como na área de segurança pública e Forças Armadas. E, sem perder a intuição e a sensibilidade tão peculiares ao gênero, ela vai conquistando um lugar de destaque no cenário político e econômico do país.


Por Maria Oliveira

Publicado em março de 2013

Read More

O que importa é o amor!


Sexualidade é sempre um assunto complicado. Por mais debates e abertura que se tenha, acaba sempre, de uma forma ou de outra, gerando alguma polêmica. Quando o assunto em questão é a sexualidade dos filhos então, a coisa esquenta. 

As pessoas tendem a pensar que os filhos nunca vão crescer e tomar suas decisões sozinhos. Nós, os pais, sempre achamos que eles serão os eternos bebezinhos. Que doce ilusão! Chega uma hora em que tudo isso muda.

Chegam os hormônios, a adolescência, os amigos, a fase da explosão! E aí, como encarar essa etapa da vida dos nossos já não tão “pequenininhos da mamãe”? Bem, estar atualizado e preparado para lidar com o básico é fundamental.

As explicações para as perguntas que fazem as bochechas de qualquer pai ou mãe corar também. Na teoria tudo é muito simples, mas a prática... Como saber se devemos deixar ou não o namorado da sua filha dormir em casa com ela? Ou se seu filho, lindo e másculo resolve, ao invés de uma namorada, apresentar um namorado?

Como sempre o melhor caminho é o diálogo. Procurar solucionar as dúvidas dos filhos de maneira clara e objetiva e tentar entender o lado deles. Nessa hora, de nada adiantam brigas, proibições, o que os vizinhos vão falar, ou “Oh meu Deus! E eu que acreditava não ser preconceituosa”. 

Eu gosto de conversar e puxo-papo com todo mundo. Não consigo ficar calada por muito tempo e adoro conhecer pessoas. Dia desses, eu conversava com um rapaz e durante o nosso papo ele me disse que era homossexual. Confessou que sofreu resistência da família quando revelou sua condição/opção, mas que hoje está tudo bem.  

Não sei que caminhos ele tomou, nem como a questão se resolveu, porque chegou meu ponto e tive que descer do ônibus, mas gostaria de ter tomado conhecimento. Fiquei pensando: de que adianta renegar às escolhas de um filho? Não seria melhor aceitá-lo como é e amá-lo, do que afastá-lo da família?

Por que estamos sempre cobrando atitudes e querendo interferir em tudo? Afinal, ele não deixará de ser seu filho por isso? E nesse turbilhão de pensamentos caminhei até a minha casa: Coitado! Não coitado não, que corajoso! E se fosse comigo? Mas e daí, ele é tão legal! Ué gente, a sexualidade dele não importa e sim o caráter. Não, ninguém devia interferir nisso...

Aff! A cabeça começou a formigar... Assim que cheguei em casa, peguei minha filha no colo, me sentei e disse: “filha, você pode fazer o que quiser, ser o que quiser, que eu não vou te amar menos por isso, to bom?

To bom mamãe, eu também te amo!”

Por Luciana Leira

Publicado em Agosto de 2012

Read More

Adeus a Maurice Sendak


A literatura infantil acordou mais triste hoje com o falecimento de Maurice Sendak, aos 83 anos, autor do livro “Onde Vivem os Monstros”, vitima de complicações decorrentes de um derrame. 


Sua principal obra, lançada em 1963, focava-se em temas como rebeldia e solidão e, curiosamente, chegou a ser banida em algumas livrarias.

Já as crianças brasileiras só tomaram conhecimento da edição do livro em 2009, ano em que foi lançada pela CosacNaify, devido a repercussão em cima de sua adaptação para as telas do cinema.

Dirigido pó por Spike Jonze (Quero ser John Malkovich), o longa Onde Vivem os Monstros foi lançado em 2010 e sua bilheteria mundial ultrapassou os US$ 93 milhões.



O filme conta a história de Max, um menino que aproveita o tempo em que está de castigo para soltar a imaginação, viajando para um mundo desconhecido e habitado por criaturas esquisitas. Chegando ao seu destino, Max torna-se Rei e sua principal ordem é a de que todos os moradores dali sejam felizes. 


Por Equipe Espetaculosas 

Publicado em Maio de 2012

Read More

Kiss me

Dia Mundial do Beijo

Você sabia que hoje, 13/04, comemora-se o Dia Mundial do Beijo? E para ajudar, a data caiu em uma sexta-feira. Então, o conselho do Espetaculosas é para você espantar o mau agouro beijando muuuuuito na boca, no rosto, na mão...

E para te deixar ainda mais animada (o), saiba ainda que beijar queima calorias, ativa a circulação sanguínea, melhora a hidratação da pele, combate a fadiga, o estresse, diminui a acidez da boca e ajuda a prevenir contra as cáries.

Depois dessa injeção de ânimo, o que os beijoqueiros de plantão estão esperando para celebrar a data? Beije o namorado, ficante, paquera, amigo, irmão, filhos, pais e quem mais quiser um beijo. Afinal, expressar sentimentos faz bem ao corpo e a alma. 

Por Equipe Espetaculosas

Publicado em Abril de 2012

Read More

Feliz Páscoa!

Páscoa, ressurreição! A mudança, a transformação, o renascer! Que essa Páscoa não seja apenas o almoço em família, a brincadeira gostosa de esconder os ovos de chocolate e ver a alegria das crianças quando encontram. Que não seja também a tristeza daqueles que vão estar sozinhos ou dos que não podem comemorar com festas e chocolates ou daqueles que estão doentes e sem esperanças. Que nesse dia todos tenham capacidade de entender o verdadeiro sentido da Páscoa. Que seja renovado em cada um a fé, a esperança, a capacidade de recomeçar, de perdoar, de respeitar o próximo, de pelo menos se esforçar para viver em harmonia e equilíbrio. 

FELIZ PÁSCOA!

Por Equipe Espetaculosas

Publicado em abril de 2012

Read More

Cinema no CEOE




Por Equipe Espetaculosas 


Publicado em Março de 2012

Read More

Ser mulher é ser única!

Que realmente hoje seja mais do que o nosso dia!

Que as pessoas reconheçam que ser mulher não é fácil

Que ser mulher não é ser sexo frágil quando 80% dos chefes de família são mulheres...
Que todos saibam que sabemos comandar : a Petrobras, o Brasil e a nossa própria casa...
Que sejamos mães somente de nossos filhos...
Que nosso Maridos, namorados , noivos nos vejam como uma mulher poderosa e não com a extensão do colo de suas mães...
Que as mães eduquem seus filhos para que, antes de tudo, respeitem as mulheres...
Que nossos salários sejam dignos ou maiores, afinal quem trabalha mais... ainda sim nos contentaremos com equiparação salarial, que já é tardia!!
Que sejam mais políticas, juízas , ministras ...
Que os homens reconheçam que a mulher que trabalha fora é tão importante quanto a mulher que só trabalha dentro... de casa.
Que as mulheres denunciem a violência doméstica , que não aceitem isso , ainda que não possuam renda...
Que a mulher possa ter sua TPM em paz 
Que a mulher seja linda por fora , mas maravilhosa por dentro...
Cuide-se mulher , pois o câncer continua tirando suas mães de seus filhos ... além da possibilidade de não poder ser mãe... é chato , mas é preventivo!
Que a mulher tenha um tempo para ela poder ser: mulherzinha, mulherão , menina ...
Que faça a unha , que faça o cabelo , que acorde descabelada , que aceite a unha lascada , que saia como princesa , que fica como uma bruxa, afinal quem é mulher sabe que nem todos os dias são de glória, então me deixe ser apenas mulher!



Autora: Mônica Moura

Publicado em Março de 2012 

Read More

Uma tragédia para ser lembrada

Infelizmente as tragédias são inesquecíveis. Mesmo quem não tem uma história triste para contar, se lembra de outras ocorridas com pessoas próximas ou distantes de seu convívio. Isso, em parte, graças aos meios de comunicação que transmitem em tempo real os acontecimentos e nos deixam chocados como se estivéssemos no local do evento. E foi através da televisão que o mundo assistiu ao atentado contra o World Trade Center, no dia 11 de Setembro de 2001.

Naquela manhã de terça-feira, eu estava conduzindo a minha turma para o refeitório da Escola Municipal Álvaro Alberto, na Barra da Tijuca. No refeitório, havia uma televisão que ajudava a manter as crianças entretidas enquanto merendavam. Curiosamente, ao invés de desenho animado, a TV transmitia um prédio em chamas. Parei para olhar e toda a turma ficou ao meu redor, quando um avião transpassou a outra torre. “Que filme maneiro, tia!”- gritou a voz inocente de um aluno de nove anos.

Depois, foi difícil esclarecer à turma o que ocorrera. Sabia que se tratava de um atentado terrorista contra o país mais poderoso do mundo. Mas como explicar isso a crianças que amavam O Homem Aranha, Batman e Super Homem; que adoravam beber Coca-Cola e comer no McDonald`s? Não foi possível continuar a aula normalmente. O jeito foi dar papel em branco para a turma desenhar. Não é preciso dizer qual a imagem mais reproduzida pelas crianças, naquela manhã de setembro.

Passados 10 anos, hoje essas crianças são jovens antenados que certamente souberam que Osama Bin Laden foi o responsável pela tragédia e morto este ano, como prometera o presidente Barack Obama durante sua campanha presidencial. Se estiverem lendo jornal, saberão que o local onde o World Trade Center foi destruído continua como um imenso canteiro de obras, com mais de três mil trabalhadores. E ainda, que um novo WTC está sendo construído e se chamará Freedom Tower (Torre da Liberdade). Com 541 metros, será inaugurado em 2013, ano da independência dos EUA.

Agora, se essa mesma turminha estiver levando a sério o vestibular saberá que o país mais rico do mundo está passando por uma crise financeira desde 2008. No dizer de Osama Bin Laden, os EUA deveriam “sangrar até o ponto da falência”. Quase que a praga deu certo: os atentados deixaram um legado de crise econômica no país por conta dos gastos militares na guerra contra o Iraque e o Afeganistão. Nesse sentido, houve uma mudança de visão da produção industrial, que se voltou mais para a área de defesa do que para o investimento em bens e consumo.

Finalmente, se essas crianças pobres da escola pública tiverem, um dia, a oportunidade de conhecer o berço de seus heróis de infância, passarão, como todo cidadão, por uma rigorosa inspeção nos aeroportos. Em nome da segurança, a privacidade das pessoas é testada diariamente com revistas minuciosas nas roupas, sapatos e bagagens. É constrangedor, mas necessário para que tragédias como a de 11 de Setembro, que matou 2.973 pessoas, não aconteçam outra vez.

Por Maria Oliveira

Publicado em Setembro de 2011

Read More

Dia do sexo

Viva esse dia, mas sem nunca se esquecer da camisinha


Hoje, 06 de setembro, comemora-se o dia do sexo. Mas você sabe como essa data surgiu? Tudo começou em 2008 graças a uma campanha de marketing dos preservativos Olla, promovida pela agência Age e com o apoio da MTV. 
A iniciativa contava com cartazes e outdoors espalhados por São Paulo e Rio de Janeiro, onde chamavam a atenção para o abaixo-assinado disposto no portal www.diadosexo.com.br     
De acordo com Rodrigo Mata, um dos criadores da campanha, a proposta vai muito além do objetivo comercial: “Por que não convencionar o dia 6/9 como o dia em que as pessoas deveriam falar sobre sexo seguro, doenças, quebra de tabus e muitos outros assuntos referentes ao tema?”, afirmou o redator em entrevistas. 

E ele completou seu pensamento relembrando que outras datas comemorativas iniciaram através de campanhas como essas. “Datas como o Dia dos Namorados e o das Crianças foram criadas assim. A iniciativa vai muito além da campanha, pensávamos em um movimento social e foi o que aconteceu", concluiu.

Como curtir a data

- Casal: Jantar a dois, para quem está namorando. Não há nada mais agradável do que ficar junto de quem se ama.

- Amizade colorida: Também pode ir jantar fora ou dar uma volta com seu "afair" em um lugar bem bacana e inspirador.

- Solteiras: Aproveite que amanhã é feriado, capriche no visual e saia com as amigos. Vai que você conhece uma pessoa especial justamente neste dia, fazendo com que, no próximo ano, comemore a data muito bem acompanhada. 

Qual o melhor dia para o sexo

De acordo com o perfil do povo brasileiro, todo dia é dia. Mas segundo pesquisas realizadas pela Escola Londrina de Ciência Política e Econômica (UK), quinta-feira seria o dia ideal para ter relações sexuais. Por quê? O motivo para esse resultado seria o fato do corpo produzir hormônios sexuais de maneira mais ativa, com a libido atingindo o pico máximo já nas primeiras horas da manhã. Além disso, os níveis de testosterona masculinos chegariam ao seu nível máximo, enquanto que os níveis do estrógeno em mulheres seria cinco vezes maior. 

Então tá, né!

Por Tatiana Bruzzi

Publicado em setembro de 2011

Read More

Meu pai


Meu pai morreu aos 50 anos, dois meses antes de começar a Copa do Mundo de 70. Ele adorava futebol e ansiava por ver o jogo da seleção canarinho, em cores, pela televisão. Não houve tempo. Sofreu um acidente de carro que o impediu de comemorar, ao lado de sua família, a alegria do tricampeonato brasileiro.

Começo a falar de meu pai, Hélio Brauns, e sua ligação com o futebol, porque foi nesse ambiente esportivo em que construí minha infância. Minha casa, em Vila Valqueire, era uma extensão do campo do Horizonte Futebol Clube, time fundado por ele em meado da década de 1950. Lá aconteciam as reuniões com os jogadores, e todas as táticas da peleja eram combinadas na varanda. Minhas avós criticavam muito aquela “movimentação de homens” na casa e até com certa razão: éramos quatro meninas e um só irmão nesse time. Mas minha mãe fingia que concordava com as matriarcas e apoiava o marido. Ela sabia da maneira correta com que ele conduzia suas duas equipes, dentro e fora do campo.

Nada de faltas desnecessárias e de confrontos agressivos. Era como papai advertia os jogadores para que ganhassem com técnica e talento, não apelando para jogadas sujas. Em casa, educava sem bater. Ensinava aos filhos os valores mais nobres como amor, humildade e respeito ao próximo, sem discurso, só na prática. Digo isso porque, ao abrir as portas de sua residência para jovens de diferentes classes sociais, independente de raça ou credo, ele dava exemplo de fraternidade e tolerância em um país tão desigual.

Papai era carismático sem saber. O dom vinha das atitudes, dos conselhos e da simplicidade ao tratar as pessoas. Seu Helio (centrismo) era reconhecido pela liderança espontânea, e o respeito que depositavam nele era extensivo à família. Sentíamos, pois, seguros ao redor dele. Desse modo, o legado que papai nos deixou foi além de um homem que amava sua mulher e seus filhos. Ele pensava também na boa convivência com os vizinhos. Tanto que, para estreitar os laços de amizade, promovia encontros festivos em ocasiões especiais.

Entretanto, nossa casa não era grande o bastante para tantos encontros. Por isso, papai teve a ideia de fundar um clube familiar na rua onde morávamos. Assim, ajudado por vizinhos, nasceu o Centro Social de Vila Valqueire. Foi nesse local que minha irmã Helielza, madrinha do Horizonte F.C, entregou uma flâmula do time ao ilustre João Havelange, então presidente da Confederação Brasileira de Desportos (CBD). Além disso, o palco do clube abriu suas cortinas para a garotada do bairro revelar seus dons artísticos na música, no teatro e na dança.

Com tanta habilidade de lidar com o público e privado, papai poderia ser um grande político. Porém, desse assunto ele queria distância. Tinha suas convicções políticas, mas evitava discussão acalorada sobre um partido ou candidato. Mesmo assim, um dia pude comprovar seu talento persuasivo. Pedi-lhe uma ajuda sobre um slogan para a campanha eleitoral do Centro Cívico Escolar (CCE). Tão logo embarquei na ideia sugerida por ele, convenci meu eleitorado de que minha chapa “reunia os melhores candidatos”. Vencemos as eleições e garanti o cargo de oradora do CCE até terminar o curso primário.

Meu pai acompanhou meus estudos só até a metade do meu Curso Normal. Faleceu antes que eu tivesse o privilégio de receber dele o anel de formatura. Na joia, havia uma estrela sobre o ônix significando “luz nas trevas”. Uma simbologia do magistério para enfatizar o papel do professor na construção do conhecimento. Para mim essa estrela teve outro sentido, e por sua luz eu conduzo a minha vida. Sou Helio (centrista) assumida.
 Por Maria Oliveira

Publicado em agosto de 2011

Read More

Mãe, quem é você?











Se estou feliz,

quantas vezes te esqueço;

se estou triste,

quantas vezes te procuro.

Mãe, quem é você,

que eu critico,

de quem eu exijo coisas tão pequenas

para satisfazer a minha comodidade,

mas a quem peço a maior ajuda

nos instantes mais difíceis?

Mãe, quem é você,

para quem eu tantas vezes

esqueço o meu carinho,

e de quem exijo tanta atenção?

Mãe, quem é você, com que discuto

e para quem peço conselhos?

Mãe, quem é você,

para quem reclamo sempre,

e para quem guardo

o abraço maior e a maior ternura.

Mãe, eu sei,

Você só é... AMOR

(autor: Maria Helena Gouveia)
 
Nossa homenagem à todas as mães
 
Por Espetaculosas

Publicado em maio de 2011












































Read More

A escola pede socorro

A tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira, onde um ex-aluno executou a tiros 12 crianças e deixou pelo menos umas 12 feridas, trouxe o terror às famílias brasileiras. E a minha pergunta é a mesma feita em outro artigo publicado aqui neste blog: Lugar de criança é na escola?

Se ainda lecionasse diria que sim, pois precisaria acreditar nisso para continuar a trabalhar como educadora. Mesmo assim, longe das salas de aula, sofro com o que aconteceu e me transporto para Realengo.

Eu não lecionei na Tasso da Silveira, mas em uma escola próxima ao local do massacre. Na praça da Piraquara, hoje transformada em um campinho de futebol, fica a Escola Ramiz Galvão. Funcionando há mais de 50 anos, essa foi a primeira instituição de ensino público em que trabalhei, na década de 1970, depois de formada pela Escola Normal Carmela Dutra.

Naquela época o Brasil vivia sob o regime da Ditadura e Realengo, cercado de quartéis. Por conta disso, as escolas do entorno eram quase sempre visitadas pelos militares. Os soldados participavam de eventos cívicos, ajudavam na logística da festa ou tocavam na banda, para acompanhar os alunos nos hinos e canções.

Embora o Governo Militar não tenha investido na construção de mais escolas, e tampouco abastecera os alunos com material didático suficiente, a presença de uma autoridade no estabelecimento nos dava a sensação de que estávamos protegidos.

Por outro lado, apesar de gostar muito de Dona Cidéia, eu repudiava o modo pelo qual a diretora seguia o regime autoritário, impondo aos professores vários encargos escolares não comissionados, além de dobrar a jornada de trabalho na falta de docentes. Do mesmo modo, os alunos aceitavam os exercícios de aula, e de casa, como um dever a ser cumprido, não questionado.

Assim a rotina escolar transcorria mais ou menos em ordem, até que surgisse uma indisciplina dentro ou fora da sala de aula. Logo resolvida com uma suspensão, por três dias, dos alunos envolvidos. A atitude era apoiada por todos os segmentos (escola e família), uma vez que, a punição, fazia parte das normas estabelecidas pelo Regimento Escolar.

Apesar de a disciplina escolar ter sido rígido nesse período, as sanções não davam conta dos problemas sociais que começavam a afetar o comportamento dos estudantes. A história pessoal de vida dos alunos, assim como seus problemas psicológicos e afetivos, ficavam em segundo plano quando avaliados em habilidades e competências.

Nesse contexto, tive um aluno que trabalhava como catador de garrafas e, para isso, usava uma carroça puxada a cavalo. O adolescente logo se tornou vítima de bullyng e ganhou dos colegas vários apelidos pejorativos. O caso chegou à sala de aula e, na minha ausência, o aluno discriminado sacou uma lâmina de barbear da mochila e rasgou o braço de um dos provocadores.

O resultado dessa agressão foi suspensão de três dias para cada um. A conseqüência da punição foi de o provocador voltar para a escola, e seguir a sua rotina normal de estudante, enquanto o menino que sofreu bullying abandonaria a vida de estudante para continuar a trabalhar como carroceiro.

Á pedido meu, a escola procurou a família e solicitou a volta do aluno ao estabelecimento. A tentativa foi inútil, e tenho no meu currículo esta frustração: não consegui apoio necessário para devolver a dignidade de um jovem que foi vítima de intolerância e preconceito social. Os educadores não cumpriram adequadamente o seu papel.

Em momento algum estou aqui a justificar o ato de Wellington Menezes de Oliveira, o atirador frio que deixou o povo brasileiro chorando pela morte de suas crianças. O motivo que o levou a praticar tal massacre não poderia ser justificado apenas por traumas que ele teria sofrido durante o período escolar, e ao longo de seus 23 anos de vida.

O que se deseja entender é por que o ex-aluno da Escola Tasso da Silveira iria matar principalmente meninas, como se quisesse “limpar” algo sujo de sua vida. As pistas estão na carta que ele deixou, no computador e nos sites de relacionamento. Cabe aos investigadores descobrirem se tem mais gente por trás dessa paranóia, a fim de que outros massacres não aconteçam.



À Secretaria de Educação vai o meu recado: Venho há décadas reivindicando a presença de profissionais da área de saúde nas escolas públicas, além de agentes disciplinadores (volta dos inspetores), que possam dar suporte ao trabalho dos professores nessa difícil tarefa de educar. Além disso, exigir mais o comprometimento das famílias com o desempenho de seus filhos na escola.

Portanto, fechar o portão da escola, para evitar a entrada de estranhos, pode ser paliativo, mas não resolve. Wellington era bem-vindo, afinal era um ex-aluno. Colocar guardas municipais na entrada dos turnos, também ajudaria, porque seria mais um obstáculo a transpor.

Entretanto, se os valores absorvidos pelos jovens através da Internet, e pelos meios de comunicação, não forem discutidos e filtrados pelas famílias escola, toda a rede de segurança pública vai se estilhaçar frente à fúria de um psicopata.


Por Maria Oliveira

Publicado em Abril de 2011

Read More

Sexo Frágil


Sou inteligente, forte, decidida, delicada, amável, maleável, sensível, sensata, cordial e maliciosa.

Trabalho e ainda cuido da casa, filhos, marido, animais de estimação e plantas.

Faço cabelo, unha, me depilo, equlibro em um salto e nunca perco o rebolado.

Minha visão periférica funciona e ainda consigo prestar atenção em varias coisas ao mesmo tempo.

Sou tão capaz quanto e às vezes até melhor, mesmo estando com cólica.

Sangro todos os meses, enfrento a dor do parto, mas em conpensação gero uma vida.

Muito prazer, sou do sexo frágil. Sou uma mulher.

Essa é a nossa homenagem ao dia internacional da mulher!

Por Equipe Espetaculosas

Publicado em Março de 2011

Read More

Lugar de coreto é na praça

Em cada cidade ou bairro existe uma praça, espaço central aberto onde o povo elegeu como local de suas concentrações. Para lá se desloca a multidão quando convocada a participar de manifestações religiosas, políticas ou de lazer. Passar pela praça significa participar da vida urbana. No Carnaval, em particular, lugares públicos retomam diferentes formas de convivência.

Nos festejos de Momo, o reduto das crianças e aposentados sai da rotina para receber foliões e blocos de rua. Com isso lucra o comércio local, que se organiza e banca a decoração das ruas e do coreto. Não é à toa que, desde 1972, a Riotur promove o Concurso de Coretos de Bairros com o intuito de incentivar a população a brincar o carnaval em seu próprio bairro.

Com a revitalização do carnaval de rua, espaços livres de construção resgatam o papel urbanístico e social para o qual foram concebidos. Desse modo, o exercício da cidadania se faz necessário, uma vez que o comportamento do usuário tem que estar de acordo com as normas estabelecidas para o bem-estar comum.



Normas que obrigam a Prefeitura do Rio a instalar banheiros químicos nas ruas, e cobram do folião uma conduta adequada e civilizada para usá-los. Por conta disso, propagandas foram lançadas na mídia com a finalidade de ridicularizar os mijões e conscientizá-los de que a prática é crime contra o patrimônio público e atentado ao pudor.

Tarefa difícil por ser uma festa popular, em que pessoas de diferentes origens e papéis sociais se aglomeram e dançam conforme a música. E não existe música mais contagiante do que as marchinhas e sambas de enredo. Os componentes das bandas acreditam nisso. Do coreto, eles incrementam as batidas do tambor e aumentam o som dos metais para fazer o povo pular sem parar.



Assim, o lugar da praça fica reservado ao congraçamento dos cidadãos em dias especiais. Símbolo e ponto nevrálgico de encontros para diversos fins. Que esses fins sejam em prol da liberdade de manifestar direitos, desejos e alegria de forma pacífica e educada. Para o povo basta um coreto. Quem gosta de palanque é o político.

Por Maria Oliveira

Publicado em Março de 2011

Read More

O preço de uma paixão


Beijo, abraço, afago... A partir de agora devemos nos preocupar mais com certos tipos de manifestações carinhosas. Tudo porque um caso revelado na última semana trouxe a tona riscos até então desconhecidos.

Há cerca de um ano, uma neo zelandesa de 44 anos deu entrada no Hospital de Christchurch com paralisia parcial no braço esquerdo. O sintoma começou logo após ela ter recebido um beijo, popularmente conhecido como chupão, do namorado no pescoço.

Segundo Teddy Wu, médico que atendeu a paciente, a causa teria sido um coágulo formado na artéria abaixo de onde ela recebeu o beijo, que entrou em seu coração provocando um derrame de pouca intensidade.

O tratamento foi a base de anticoagulantes, fazendo com que os sintomas desaparecessem em torno de uma semana. Isso porque a paciente recebeu socorro rápido, já que derrames podem ocorrer seguidamente e em intensidades diferenciadas, provocando paralisia permanente.

Vale lembrar que o caso raríssimo, que chegou a ser publicado na New Zealand Medical Journal, ocorreu porque nesse tipo de beijo há uma sucção profunda, que pode provocar trauma físico seguido de uma pequena contusão dentro do vaso.

Por isso, todo cuidado é pouco na hora de dar ou receber carinho.

Fonte: Site G1

Por Tatiana Bruzzi

Publicado em Janeiro de 2011

Read More

Músicas que embalam o Natal

A música pontua nossa vida. Cada fase por que passamos tem sempre uma canção marcante que nos transporta para algum tempo e lugar.  Em se tratando de Natal, essa associação ganha significação especial porque lembramos imediatamente de nossa infância. 

Ao contrário de hoje, em que o consumo caracteriza o sentido da comemoração, no meu tempo de criança as festas natalinas reforçavam os valores cristãos. Nesse contexto, a música servia para disseminar sentimentos religiosos. Em Noite Feliz, por exemplo, o autor Franz Gruber enaltece o nascimento de Jesus Salvador. Por meio da letra, os anjos do céu anunciam a chegada do Deus do amor, que nasceu pobrezinho em Belém.

Em contrapartida, Assis Valente se compadece da criança pobre brasileira e questiona, em “Boas Festas”, se Papai Noel existe mesmo. Na música, o autor compara felicidade a um brinquedo que não tem, pois não chega para os menos favorecidos.  Por conta disso, anuncia a morte do Bom Velhinho.

Depois de muito ouvir o blim, blom, blim, blom, bate o sino da Matriz..., resolvi sair de Black-Out para entender melhor John Lennon. Não que “Natal das Crianças” tivesse perdido o sentido mágico para mim, mas os anseios da juventude eram mais fortes e clamavam pela paz mundial. Assim, cantei “Imagine”, de Lennon, durante uma década e sonhava com um mundo compartilhado por todas as pessoas.




Temas natalinos hoje são raros. Sucessos no gênero são todos os cantados por Roberto Carlos, em especial Natal Branco. Aliás, a mesma música foi gravada por outros artistas como Ivete Sangalo e o grupo Roupa Nova. Mas quem fica mesmo com a coroa é o Rei. Dele é o título “Mensagem” (1999), uma coletânea de 13 músicas dedicadas ao amor e à paz, entre elas “Jesus Cristo” e “Nossa Senhora”.



Há 15 anos o álbum “25 de Dezembro”, de Simone, que também nasceu nessa data foi um sucesso total. Das 11 faixas, “Então é Natal” foi a mais ouvida. Versão de Claudio Rabelo para Happy Xmas (War is over), a música de John Lennon e Yoko Ono alavancou a venda de mais de um milhão de cópias do CD da cantora baiana.

Não tenho o CD da Simone, mas ganhei há dez anos “Um Novo Tempo”, de Ivan Lins. Este inaugura minhas festas de fim de ano e gostei do álbum porque traz uma coletânea de músicas natalinas mais conhecidas. Exceto “Imagine”, todas as citadas nos parágrafos acima podem ser encontradas nesse CD gravado em 1999.

Para quem não curte o popular, a dica é ouvir temas religiosos que são belíssimos. Os mais conhecidos são: "Aleluia do Messias”, de Haendel; “Jesus, Alegria dos Homens”- J S Bach; “Ave Maria” - Schubert ou “Ave Maria” – Gounod. Mas, vale lembrar que, no Natal, mais importante do que ouvir é praticar as mensagens que as músicas passam.

Por Maria Oliveira

Publicado em Dezembro de 2010

Read More
 

©2009Espetaculosas | by TNB