Tatuagem



Conhecendo a arte de perto



Sempre gostei de tatuagem. Quando era pequena, fazia aquelas que vinham dentro do chiclete, que a gente cola com água. Às vezes, desenhava com canetinha, para delírio da minha mãe. 

Na adolescência, isso passou batido por mim. Tantas mudanças, transformações, que eu nem me lembrei delas. Mas um dia decidi, assim de bate – pronto, que iria fazer uma tatuagem. E fiz!

Ficou uma porcaria! O cara era um péssimo profissional... Ao longo do tempo, fiz outras, bem pensadas e bem feitas. Mas somente agora, dez anos depois, consertei o erro e refiz minha primeira tatuagem.

De onde vem essa vontade de pintar o corpo?

Há mais de 3500 anos atrás, a tatuagem já existia como forma de expressão da personalidade ou de indivíduos de uma mesma comunidade tribal (união de pessoas com as mesmas características sociais e religiosas).

Os primitivos se tatuavam para marcar os fatos da vida biológica: nascimento, puberdade, reprodução e morte. Depois, para relatar os fatos da vida social: virar guerreiro, sacerdote ou rei; casar-se, celebrar a vida, identificar os prisioneiros, pedir proteção ao imponderável, garantir a vida do espírito durante e depois do corpo.

A arte pré-histórica contém vestígios da existência de povos que cobriam o corpo com desenhos. Em muitos casos, foram encontrados desenhos de formas humanas com pinturas em seus corpos, assim como estatuetas com esses mesmos desenhos corporais indicando a possibilidade da existência da tatuagem nesses povos.

Existe uma hipótese de que as tatuagens tiveram sua origem com marcas de cicatrizes adquiridas em guerras, lutas corporais e caças. Essas cicatrizes eram motivo de orgulho e reconhecimento ao homem que as possuísse, pois representavam força e vitória.

A partir da idéia de que essas marcas eram sinônimo de vitalidade, o homem passou a marcar-se voluntariamente e, com o tempo, as cicatrizes sem sentido deram lugar a criação de desenhos com o uso de tintas vegetais e espinhos para introduzi-las à pele.




Na era Cristã, na clandestinidade, sob o jugo do poder pagão, os primeiros cristãos se reconheciam por uma série de sinais tatuados, com cruzes, as letras IHS, o peixe, as letras gregas.

Já na era moderna, a tatuagem passou por vários anos de marginalidade. Ela retorna a ser questão de relevância em nossa sociedade quando surge em artistas de música, cinema e em pessoas comuns.

Deixando de ser um símbolo de marginalidade e sim uma forma de expressão individual de arte e estética do corpo, a tatuagem não é mais tosca como as de cadeias, e sim um desenho de traços mais finos e cores variadas, uma bela obra de arte.

Cuidados a serem tomados

As tatuagens são feitas com pigmentos importados de origem mineral, principalmente, e com agulhas específicas para tatuar, sempre descartáveis e nunca reutilizadas (mesmo que seja na própria pessoa).   

As máquinas elétricas, preferencialmente, devem ter a ponteira de aço inox cirúrgico e/ou descartáveis, devem ser limpas por ultra som e esterilizadas com estufa a uma temperatura igual ou superior à 170 º C por um período de pelo menos 3 horas.

Quanto ao tatuador, este deve usar luvas e máscara para procedimentos, evitando, assim, uma possível infecção ou até a contaminação por doenças como hepatite, AIDS, tuberculose, esporos patogênicos, bactérias e fungos.

Por Luciana Leira 

Publicado em Julho de 2012

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O papel do pai


Hoje estive com duas amigas que não via há algum tempo e ambas me contaram que estão grávidas. Felizes e sorridentes! As parabenizei, perguntei as coisas básicas que se perguntam nessas horas, tempo, sexo do bebê, é para quando... E vim embora, contente com as notícias.

No meio do caminho pra casa, analisando os fatos, lembrei de uma coisa. E o pai? Ou melhor, os pais. Já repararam que quase nunca os pais são lembrados nesse momento? O papo fica tão “mulherzinha” que até nos esquecemos da importância que eles tiveram e terão no acontecimento.

Durante a gravidez e logo após o nascimento dos rebentos os pais ficam meio deslocados. A mulher e o bebê passam a ser o centro das atenções e eles, os pais, tadinhos... Ficam ali, apenas como meros expectadores, alheios a todo enjoo e percalços da gestação e amamentação.

Claro que existem pais muito participativos e preocupados com toda essa mudança, mas pouco se comenta dos sentimentos e expectativas deles, quando muito, apenas se fala na preferência deles pelo sexo do bebê. Mas e as dúvidas? E agora? Serei um bom pai? Saberei educar? Será que vou me sair bem? Acredito serem perguntas que permeiem a cabeça de muitos homens diante de tamanha responsabilidade.

No século passado, o papel do pai era o de provedor da família. Os cuidados com o bem estar, alimentação e educação das crianças eram exclusivos da mãe. Eles se relacionavam com seus filhos de forma bem diferente do que vemos hoje em dia. O papel do pai autoritário, que ditava regras vem sendo abandonado a cada dia. Tudo isso deve criar certo desconforto para aqueles que sonharam com a paternidade. Saber que com a independência feminina, eles tomaram uma posição menos incisiva neste processo. Mas não! Pai não é um acessório; pai não é descartável.

Lembro que quando minha filha nasceu e eu a peguei no colo pela primeira vez, pensei alto: E agora? Ela é minha; minha filha, minha responsabilidade. E ele, o pai, ao meu lado, respondeu quase que sussurrando: Nossa, nossa responsabilidade...

Então, defendo os pais ao direito de serem mais notados e cuidados diante deste momento, digamos, feminino. Salve os pais! Provedores e extremamente importantes na concepção, gestação e criação dos filhos. Mesmo que homem e mulher estejam separados, pai e mãe nunca estarão, ou pelo menos, não deveriam estar na hora de cuidar e educar suas crias.

Por Luciana Leira

Publicado em Junho de 2012

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Rio+20: balanço final


Foram dez dias de encontros, sediados na cidade do Rio de Janeiro, onde líderes e representantes de 191 países se reuniram para a elaboração de um documento voltado para questões ambientais do Planeta. 

Mais conhecida como Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável terminou com protestos por parte de ONGs, instituições de pesquisa, empresários, além de cientistas e economistas que participaram do evento entre os dias 13 a 23 de Junho.

Enquanto na Rio 92 foi possível fechar a Agenda 21 e as convenções de combate à desertificação; de diversidade biológica; e de mudanças climáticas, vinte anos depois a cúpula da Rio+20 não conseguiu um acordo concreto porque alguns países usaram a crise econômica  global como desculpa para  um documento final tão enfraquecido.


Se por um lado a sociedade civil cobrou mais clareza quanto aos objetivos de itens relacionados à sustentabilidade, em contrapartida os chefes de Estado discutiram quem iria financiá-los. Ficou assim combinado: tais importantes conclusões foram agendadas para 2013, mas só serão colocadas em prática a partir de 2015.


Segundo o chefe negociador do Brasil, André Correa do Lago, o documento de 53 páginas é a definição da economia dos próximos 20 ou 30 anos. Estão no topo do acordo a erradicação da pobreza e a chamada economia verde, isto é, a mudança nos padrões de consumo e produção que sejam condizentes com os nove bilhões de habitantes previstos para o ano de 2050.


Enquanto no Riocentro a cúpula da Rio+20 não conseguia concluir as metas do encontro, o povo carioca e visitantes saíam às ruas em passeatas, se uniram aos índios, colaboraram com a instalação “Paisagem”, de ViK Muniz, e viram no Forte de Copacabana “Humanidade 2012”, exposição idealizada a partir do conceito de que ser sustentável é ser simples. Neste mesmo local, o grupo C40, formado pelos prefeitos das principais metrópoles do mundo, definiu que vai reduzir em 1,3 bilhões de toneladas a emissão de CO2 até 2030.

Outro ponto positivo da organização do evento foi fazer a população entender que deveria colaborar com a segurança da cidade e com o trânsito. Para tal, contaram com o poderio bélico e tecnológico das Forças Armadas, que vigiaram ruas, locais e pessoas. Além disso, os aeroportos redobraram a vigilância de voos domésticos, e cuidaram para que lixeiras fossem banidas das áreas de circulação de passageiros, a fim de que não servissem de armadilhas para  artefatos explosivos.


Em balanço final, a ONU afirmou que mais de US 513 bilhões foram mobilizados em compromissos para o desenvolvimento sustentável.  Agora, se esse dinheiro realmente será aplicado corretamente para que os seres humanos possam viver em perfeita harmonia com o meio ambiente, isso só saberemos daqui a 20 anos ou muito mais...

Por Maria Oliveira 

Publicado em Junho de 2012

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O que elas dizem a seu respeito


De acordo com especialistas, as unhas dizem muito da gente. Para saber, analisa-se seu formato e até as cores prediletas, que podem ser relacionadas ao seu momento atual.
           
Para saber mais a respeito dessa história, a seguir destacamos as características de cada formato de unha e suas cores, respectivamente. Confira!

Se sua unha é...

- Espaçosa: você tem o temperamento muito forte, do tipo pavio curto e ainda tem mania de perseguição.

- Quadrada: você é uma pessoa muito alegre e equilibrada. Perde um pouco da sua criatividade quando deixa de lado o “mundo dos sonhos”. 

- Concha: você é muito nervosa e estressada, do tipo que cria tempestade em copo d’água por conta do excesso de ansiedade.



- Amêndoa: você é muito criativa, bondosa e diplomática. Só deve evitar perder a atenção diante das idealizações.


As cores dos esmaltes

- branca: simplicidade, paz, tranquilidade e otimismo.
- vermelho: motivação, vitalidade, coragem, excitação e paixão.
- laranja: coragem, atitudes positivas, prazer e alegria.
- azul: revela o amor, afeto, tranquilidade e amadurecimento.
- amarelo: alegria, confiança, orgulho e ansiedade.
- verde: simula sensação de mistério, bem-estar, equilíbrio, saúde e esperança.
- roxo: aponta fantasia, introspecção, sentimentalismo e espiritualidade.
- rosa (s): quando o amor próprio está em alta. Pessoas altamente criativas e inovadoras.    

Dicas

Há momentos na vida em que não basta mudar a cor do esmalte, é preciso experimentar outras formas para sua unha. Porém, nada é muito fácil. Afinal, nem todas as mãos ficam com aquela cara de “unha de comercial”. Existe um jeito para descobrir qual é o formato da unha que mais combina com a sua anatomia, que começa com tamanho e forma natural, esquecendo as tendências do momento. 

- Geralmente, as unhas são redondas, ovais, pontudas ou quadradas. Além disso, há duas partes que devem ser levadas em consideração na hora de escolher um formato: o “leito da unha” e a lúnula (”a lua”), partes visíveis da matriz ungueal.
- A regra mais simples a seguir é aquela sobre a lúnula da unha (meia-lua): se ela for redonda, o melhor formato para a sua unha é o redondo. Se ela for quadrada, a unha também deve ser quadrada e assim por diante.

- Baseando-se no leito da unha, escolha uma unha quadrada com os cantinhos arredondados se ele for curto e baixo. Se ele for longo e grande, opte por unhas quadradas, longas e com os cantinhos arredondados.




- Já seu comprimento deve ser proporcional à longura do “leito da unha”. Para quem usa as unhas curtas, o melhor é lixá-las de modo arredondado. A oval é universal. Ou seja, combina com todos os tamanhos de unha. Enquanto que quem reclama de unhas diferentes umas das ouras, o formato quadrado continua sendo a melhor opção.

Por Tatiana Bruzzi

Publicado em Junho de 2012 

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Vamos malhar?!


Estamos em ano de olimpíada e desta vez será a cidade de Londres que se prepara para receber atletas e turistas, amantes de esportes. O grande espetáculo esportivo terá início em 27 de julho e irá até o dia 12 de agosto. Ao todo, serão 39 modalidades em 26 esportes, disputadas pelos melhores atletas de todo o mundo.


Como o Espetaculosas está sempre ligado em tudo o que acontece por aí, reviramos o baú e listamos atividades que, um dia, fizeram parte da história dos Jogos Olímpicos.  Sendo assim, que tal conferir as curiosidades que preparamos para você?

Esportes que já foram olímpicos

12 horas de ciclismo – A única prova aconteceu nos Jogos Olímpicos de 1896, em Atenas, Grécia e somente dois atletas conseguiram completá-la, pedalando incansáveis 12 horas.

Escaladas de cordas – Consentia na escalação de uma corda, com 14 m, utilizando apenas os braços e as mãos. Esteve presente nos Jogos Olímpicos de Atenas, de 1896 até a 1932, em Los Angeles, EUA.

Pancrácio – Nos Jogos Olímpicos da Grécia Antiga era uma espécie de luta vale-tudo muito violenta: valia de tudo mesmo.



Levantamento de peso com uma mão – Esse tipo de esporte ficou ausente nos Jogos Olímpicos de 1904, em Saint Louis, EUA. Hoje, os levantamentos de peso são feitos com as duas mãos.  

Jeu de Paume (Jogo de Palma) – Foi introduzido nos Jogos Olímpicos de 1908, em Londres, Inglaterra, e os jogadores rebatiam uma bolinha usando apenas as mãos.

Lançamento de dardos e discos com as duas mãos – Essa prova foi disputada apenas nos Jogos Olímpicos de Estocolmo, Suécia, em 1912. Hoje, os lançamentos são feitos apenas com uma mão.

Artes – De 1912 a 1948, a música, a pintura, escultura, desenhos e literatura eram algumas das modalidades praticadas nos Jogos Olímpicos.

Beisebol – Muito popular nos EUA e Japão, o esporte fez parte pela última vez como olímpico nos Jogos de 2008, em Beijing, China.

Patinação Artística no Gelo – Antes de ser um esporte dos Jogos Olímpicos de Inverno, curiosamente a patinação no gelo fez parte dos Jogos Olímpicos de Verão até 1920, em Antuérpia, Bélgica.

Arremesso de pedra de 6,4 kg – Fez parte apenas dos Jogos Olímpicos de 1904, em Saint Louis, EUA. E as pedras tinham que pesar 6,4 kg.

Cabo de Guerra – Embora muitos assimilemos com uma brincadeira de criança, ele foi considerado esporte olímpico em 1900 e 1920, nos Jogos Olímpicos de Antuérpia, Bélgica.

Corrida de Bigas – Fazia parte dos Jogos Olímpicos da Grécia Antiga. Cerca de 40 bigas competiam, tendo que completar 12 voltas em uma pista de 1250 m.




Nado a distância subaquático – Os competidores nadavam a maior distância possível debaixo d’água e sem respirar. Esteve presente nos Jogos Olímpicos de 1900, em Paris, França.

Corrida de Barcos a Motor – Foi nos Jogos Olímpicos de 1908, em Londres, Inglaterra, que aconteceu a primeira e última disputa com veículos motorizados.

Nado Sincronizado Solo – Embora sejam necessárias duas pessoas para haver sincronismo nessa modalidade, o nado sincronizado também existiu somente para um participante nos Jogos Olímpicos de Verão, de 1984 a 1982.

Natação com Obstáculos – No meio da competição, os nadadores tinham que escalar um mastro, nadar debaixo d’água e pular sobre barcos no Rio Sena. Esteve presente apenas nos Jogos Olímpicos de Paris, em 1900.



Ginástica com Clavas – O ginasta segurava duas clavas grandes de madeira e era obrigado a fazer movimentos sem se separar delas. Fez parte dos Jogos Olímpicos de 1904, em Saint Louis, e de 1932, em Los Angeles, ambos nos EUA.

Pólo – Devido ao alto custo com o transporte e o cuidado com os cavalos, o Pólo participou pela última vez como modalidade olímpica em 1936, na cidade de Berlin, Alemanha.

Fonte: McDonald's
Por Tatiana Bruzzi

Publicado em Junho de 2012 

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Espelho, espelho meu...


“Espelho, espelho meu, existe alguém mais bela do que eu?” A frase, eternizada pela voz da madrasta da Branca de Neve, nunca fez tanto sentido em um mundo narcisista como o nosso, onde o poder da imagem é incalculável.

Dizem que quem vê cara não vê coração. Verdade ou não, os espelhos têm um imenso poder de fascinação. Seja pela sua beleza e brilho, seja pela imagem refletida nele.

O homem se viu pela primeira vez através do seu próprio reflexo na água, reconhecendo sua imagem e agregando outros elementos que determinavam a compreensão de sua própria identidade. A partir dali, junto ao processo de dominação da natureza, os espelhos ganharam espaço e importância na nossa sociedade.

De acordo com pesquisadores, a primeira tentativa de se fabricar um aconteceu há cerca de 3000 A.C., através do polimento de metais e pedras. Longe de parecer com os atuais, os modelos refletiam apenas os contornos de uma imagem distorcida.

No final do XIII é que os espelhos com melhor nitidez foram fabricados, combinando uma camada de vidro e uma fina lâmina de metal, revelando nitidamente as feições de quem surgia à frente.

Mas, por se tratar de uma grande novidade do mercado, eram raros e muito caros. Para se ter ideia, entre os séculos XV e XVI, um espelho de proporções médias valia mais que pinturas renascentistas ou um navio de guerra.



Sua popularização começou somente no século XVII, quando o rei Luís XIV designou um de seus ministros para subornar artesãos venezianos, que possuíam uma técnica de fabricação. Assim, os franceses conseguiram construir o lendário salão de espelhos no Palácio de Versalhes.

Com a Revolução Industrial, os espelhos começaram a baratear, facilitando sua entrada em ambientes domésticos, das mais variadas classes sociais, como um dos objetos de decoração mais procurados. Hoje, mais que um simples observador da vaidade, são utilizados também no funcionamento de máquinas e nos estudos dos princípios da Física.


Lendas e mistérios


A gente sempre ouviu falar que a imagem do vampiro não reflete no espelho porque o objeto capta nossa alma. Além desse, há muitos outros mitos envolvendo a história desse objeto sedutor. Entre eles, a de que sugam nossa energia ou que nos mais antigos estariam as almas de todas as pessoas que nele já olharam.

Verdade ou lenda? O Espetaculosas separou algumas dessas histórias curiosas  para você. Confira!

  
Sete anos de azar

Dizem que quem quebra um espelho tem sete anos de azar. A crença vinda de povos primatas, que perdurou até o início do nosso século, se deu pelo hábito de associar a imagem do espelho a uma versão do original. Portanto, se você danifica o objeto, automaticamente estará danificando a imagem nele refletida: a da sua alma. 

Já o longo período de sete anos se justifica na crença de que esse seria o tempo para o corpo se renovar por inteiro. Inclusive, sua imagem.

E se você teve o “azar” de quebrar um espelho, saiba que há uma solução para afastar o mau agouro: lavar os cacos em um rio que siga para o sul, levando junto a má sorte ali deixada. Ou ainda, enterrar na terra e se livrar do mal potencializado.

Espelhos cobertos

- No tempo da nossa avó era comum cobrir espelhos durante uma longa e assustadora tempestade, isso porque se acreditava que o objeto atraía raios.

- Já os dos quartos eram cobertos para evitar que a alma de quem dormia ali saísse do corpo e ficasse presa nele.

- Enquanto que o ato de cobrir o espelho na casa de alguém que morreu ocorria para evitar que a alma do finado não levasse consigo a de algum morador da casa.


Bloody Mary - a maldição do espelho

Em 1978, o especialista em folclores Janet Langlois publicou nos Estados Unidos uma lenda que até hoje aterroriza jovens do mundo inteiro: Bloody Mary, conhecida também como A Bruxa do Espelho.

Mary teria sido executada, há cem anos, acusada de praticar magia, e encontrado uma forma de se vingar. Mediante uma espécie de ritual: uma jovem, envolta em um cobertor, vá para o banheiro e quando o relógio bater 13 vezes, ela sussurra seu nome: “Bloody Mary.”, ela aparecia e matava a pessoa que chamava por ela.

Há quem confunda a história da “Bruxa do Espelho” pela da Maria Tudor (Greenwich 1516 – Londres 1558). Filha de Henrique VIII e de Catarina de Aragão. A jovem tornou-se rainha em 1553 e se esforçou para restabelecer o catolicismo na Inglaterra. Suas perseguições contra os protestantes valeram-lhe o codinome “Maria, a Sanguinária” (Bloody Mary).

Em 1554, ela casou-se com Filipe II da Espanha e essa união não agradou a população da França, ocasionando em uma guerra desastrosa, que levou à perda de Calais (1558). Dizem que para manter sua beleza, a Rainha tomava banho com sangue de jovens garotas, o que jamais se comprovou.
O preço da vaidade
Mito da Grécia antiga, Narciso se apaixonou pela própria imagem refletida em um lago e morreu de inanição, ao passar o resto da vida tentando acariciá-la.

A história serve para mostrar que a beleza, assim como o reflexo, é efêmera e transitória. Portanto, a quebra da imagem representaria sua própria morte.
Curiosidade:

Dizem que ficar lado a lado de uma pessoa com energia negativa, frente a um espelho, é perturbador. Pesquisas mostram que tensão é energia negativa e o espelho reflete uniformemente, tornando a incidência sobre você muito maior. 

Sendo assim, se você estivar relaxado procure não se aproximar de quem esteja tenso. E se for ao contrário, evite prejudicar seu amigo.

Por Tatiana Bruzzi

Publicado em Maio de 2012

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E viva o inverno!!!


Gente, o inverno está aí, batendo à nossa porta. E você se pergunta: Com que roupa eu vou? Bem, decidida a resolver esse dilema no universo feminino (e também do masculino) saí às ruas em busca da resposta. Olhei vitrines, perguntei, pesquisei. Eis aqui as dicas para a estação mais charmosa do ano.

Estampas animais – Estão em alta, onças, zebras, leopardos e até vacas...mas cuidado, a linha entre o brega e o estiloso é muito tênue...Apesar de o brega estar na moda evitar exageros é sempre bom. Escolhe apenas uma peça de roupa ou um acessório com a estampa , que também estará presente nos sapatos. Ah! E eles também podem! Mas pra usar tem que ter estilo.




Xadrez – Mais democrático que a estampa animal, o xadrez ou quadriculado está de volta. A novidade agora são as camisas estilo masculinas usadas por elas. O estampa está presente nas roupas, barras da calças e também para os pequeninos. E viva São João!



Jeans estampado – Uma coisa que também vi, surgindo ainda meio tímida nesse turbilhão, foram os jeans estampados. Foi uma febre quando era criança e tudo indica que a moda vai voltar. Flores, desenhos geométricos, poás...vale tudo. Como nosso inverno não é dos mais rigorosos, pelo menos aqui no Rio de Janeiro, dá pra ousar combinando com shorts e meias grossas; essas continuam em alta nesse inverno.


Acessórios – Confesso que aí está a minha predileção. ADORO! Pulseiras, cordões, brincos... Mas o que vem chamando atenção das meninas nesse inverno é o mix de pulseiras. Isso mesmo! São várias, de vários tamanhos e cores misturadas, onde você poderá criar um visual moderno e autêntico, que tenha a sua cara.



No mais, os cabelos estarão mais curtos e mais escuros, em tons avermelhados e chocolates. As unhas e a maquiagem também seguem a mesma tendência, os tons quentes estarão em alta. Botas também nunca saem de moda, cano alto, médio, com ou sem salto...é só escolher a que melhor combina com seu guarda roupa. As luvas, boinas e cachecóis também serão bem vindas na composição. Agora é só escolher seu estilo e montar o visual pra curtir o frio.

E então, o inverno é ou não é a estação mais charmosa do ano?

Por Luciana Leira

Publicado em maio de 2012



   

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