Segurança e conforto


Por mais que digam o contrário, não adianta! O verdadeiro amigo do peito da mulher é op sutiã. Hoje, podemos contra com modelos, tamanhose formas diversas, que fazem com que a gente se sinta cada vez mais segura e confortável.

Pensando nisso, o Espetaculosas deu uma garimpada por aí e separou modelitos que se adequam a cada tipo de seio. Confira e escolha aquele que seja capaz de suprir suas necessidades. Afinal, amigo de verdade nunca nos deixa na mão. 

Tecido

Segundo especialistas, os sutiãs de algodão são sempre a melhor escolha porque o dificilmente causa reações alérgicas e deixa a pele respirar. Às vezes, alguns sutiãs de elastano podem causar alergia na região mamária. Por conta disso, recomenda-se experimentar tecidos variados e observar qual se adapta melhor a você.  



Aros metálicos

Os aros metálicos de sustentação oferecem um risco: podem romper a costura e machucar sua pele. Prefira marcas de boa qualidade, pois além de possuir acabamento reforçado, suas pontas arredondadas evitam arranhões e até cortes na região dos seios. 

Apertados demais

Modelos com bojos e bolhas de enchimento são indicados para quem deseja aumentar o volume dos seios. Porém, evite comprar um modelo que aperte demais. Assim, evita-se dores nas costas, ombros e problemas de circulação. Lembre-se: a falta de oxigenação prejudica a pele, provocando envelhecimento precoce.   



Faixa no tórax

A faixa, localizada na região do tórax, é a responsável por sustentar os seios e não as alças, que apenas mantém o sutiã na posição correta. Aconselha-se comprar peças com faixa de tecido mais largo.


 Posição das alças

O correto é colocar as alças fazendo um triângulo de ponta cabeça, a partir dos ombros, onde a pontinha é o fecho do sutiã, para dar mais segurança e evitar problemas na coluna.  

Joga fora no lixo

Após um tempo, ao notar que o elástico do sutiã está frouxo, jogue a peça fora e comore uma nova. Seu tempo de troca depende da intensidade no uso da peça. Procure prestar atenção na sustentação que o sutiã dá, mas o prazo máximo de uso é de seis meses.

Esportivos

Se você é adepta a atividades físicas, opte por peças com alças fortes e mais resistentes. Afinal, durante os movimentos, há risco de romper as fibras elásticas da região torácica, acelerando a flacidez dos seios. 


Fonte: Yahoo
Por Equipe Espetaculosas
Publicado em Setembro de 2012 

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Vida longa aos fios lisos


Você é adepta das escovas progressivas, mas sofre quando percebe que os fios já não está mais no mesmo lugar. O Espetaculosas irá te ensinar o que você pode ou não fazer para evitar que a progressiva dure menos tempo do que deveria. Vamos lá!


Hidratação e limpeza profunda

Após a progressiva, os fios são encapados por uma espécie de verniz, impedindo a absorção de outros produtos pela cutícula do cabelo. O ideal é tratar os fios com queratina a cada dez ou 15 dias antes de fazer o alisamento. Desta forma, o cabelo será impermeabilizado com hidratante. Depois de um mês, os cabelos começam a perder a capa da progressiva e a hidratação passa a fazer efeito novamente. Agora, tome cuidado: não use xampus de limpeza profunda, pois o mesmo acelera o processo de retirada do efeito liso. 

Água todos os dias

Como não há tanto resíduo para ser retirado em pouco espaço de tempo, lavar os cabelos todos os dias acaba eliminando as vitaminas que os fios possuem naturalmente. O correto é lavar os cabelos de três a quatro vezes por semana, dando um intervalo de, pelo menos, um dia entre uma lavagem e outra. 

Xampu para cabelo tingido

É comum procurar por xampus sem sal e condicionadores específicos para cabelos pós-progressiva. Porém, segubdo especialistas um pouco de sal todas as fórmulas apresentam. Caso contrário, não haveria a formação de espuma e nem manteria os fios limpos. Nesses casos, o ideal são xampus para cabelos coloridos, feitos para não retirar a pigmentação dos fios e mais nutritivos, prolongando o efeito da progressiva. 

Tingir os cabelos pós-progressiva

Mechas feitas no cabelo com progressiva deixam os fios mais frágeis, propícios a quebra, além de perder o efeito liso. Sendo assim, para quem deseja fazer luzes ou mudar a cor dos fios, o ideal é tingilos primeiro e uma semana depois encarar o alisamento

Dormir com o cabelo molhado

Quem dorme com o cabelo molhado modifica a estrutura dos fios, independente de ter feito progressiva ou não. A situação pode piorar se os fios estiverem presos, pois aumentam a possibilidade de quebra. Antes de deitar, faça uso do secador. 

Muito tempo sem retocar a raiz

É preciso repor a umidade e as vitaminas que o fio acaba perdendo quando a progressiva é repetida muitas vezes seguidas. Para isso, a hidratação mensal e o corte a cada três meses são essenciais. O retoque nas raízes também deixa o cabelo com aparência revigorada, sem desgastar muito a estrutura do cabelo e nem deixá-lo com aparência artificial.

Excesso de cloro da piscina, ozônio ou sal do mar

Quanto mais contato com o cloro ou o ozônio, maior o desgaste da progressiva. O mesmo acontece com a água do mar. Segundo especilistas, isso ocorre porque cada vez que se molha o cabelo, mais você irá precisar lavá-los com xampu, passar condicionador e aplicar cremes que irão eliminar o efeito liso aos poucos. 
Fonte: Yahoo
Por: Equipe Espetaculosas
Publicado em Setembro de 2012  

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O que importa é o amor!


Sexualidade é sempre um assunto complicado. Por mais debates e abertura que se tenha, acaba sempre, de uma forma ou de outra, gerando alguma polêmica. Quando o assunto em questão é a sexualidade dos filhos então, a coisa esquenta. 

As pessoas tendem a pensar que os filhos nunca vão crescer e tomar suas decisões sozinhos. Nós, os pais, sempre achamos que eles serão os eternos bebezinhos. Que doce ilusão! Chega uma hora em que tudo isso muda.

Chegam os hormônios, a adolescência, os amigos, a fase da explosão! E aí, como encarar essa etapa da vida dos nossos já não tão “pequenininhos da mamãe”? Bem, estar atualizado e preparado para lidar com o básico é fundamental.

As explicações para as perguntas que fazem as bochechas de qualquer pai ou mãe corar também. Na teoria tudo é muito simples, mas a prática... Como saber se devemos deixar ou não o namorado da sua filha dormir em casa com ela? Ou se seu filho, lindo e másculo resolve, ao invés de uma namorada, apresentar um namorado?

Como sempre o melhor caminho é o diálogo. Procurar solucionar as dúvidas dos filhos de maneira clara e objetiva e tentar entender o lado deles. Nessa hora, de nada adiantam brigas, proibições, o que os vizinhos vão falar, ou “Oh meu Deus! E eu que acreditava não ser preconceituosa”. 

Eu gosto de conversar e puxo-papo com todo mundo. Não consigo ficar calada por muito tempo e adoro conhecer pessoas. Dia desses, eu conversava com um rapaz e durante o nosso papo ele me disse que era homossexual. Confessou que sofreu resistência da família quando revelou sua condição/opção, mas que hoje está tudo bem.  

Não sei que caminhos ele tomou, nem como a questão se resolveu, porque chegou meu ponto e tive que descer do ônibus, mas gostaria de ter tomado conhecimento. Fiquei pensando: de que adianta renegar às escolhas de um filho? Não seria melhor aceitá-lo como é e amá-lo, do que afastá-lo da família?

Por que estamos sempre cobrando atitudes e querendo interferir em tudo? Afinal, ele não deixará de ser seu filho por isso? E nesse turbilhão de pensamentos caminhei até a minha casa: Coitado! Não coitado não, que corajoso! E se fosse comigo? Mas e daí, ele é tão legal! Ué gente, a sexualidade dele não importa e sim o caráter. Não, ninguém devia interferir nisso...

Aff! A cabeça começou a formigar... Assim que cheguei em casa, peguei minha filha no colo, me sentei e disse: “filha, você pode fazer o que quiser, ser o que quiser, que eu não vou te amar menos por isso, to bom?

To bom mamãe, eu também te amo!”

Por Luciana Leira

Publicado em Agosto de 2012

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Olimpíadas 2012: balanço final


Os jogos londrinos terminaram e a bandeira olímpica já está em solo brasileiro passando  de mão em mão, contrariando as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI), que exige luvas para manuseá-la. De um povo conhecido como pontual veio o estandarte e, agora, tremula na terra do samba, carnaval e futebol, até 2016.

Na cerimônia de abertura, Londres contou sua história desde o início até o século XVIII, baseada na peça “A tempestade”, escrita por Shakespeare. Para Rio 2016, ainda é surpresa o que vai rolar na festa. No entanto, já foi divulgada a música dos jogos, que tem como autores Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto.

Na letra, os Deuses do Olimpo passeiam pelos pontos turísticos da cidade e sambam até clarear. Diferentemente da rainha Elizabeth II que, ao lado do Agente 007, embarcou em um helicóptero e fez uma viagem fictícia em volta das “Ilhas de Maravilha”.

Outra celebridade empolgante das Olimpídas de Londres foi Paul MacCartney que, ao cantar “Hey Jude”, levou ao ápice o espírito da competição. No Brasil, não haverá problema em se escolher o artista que representará bem o imaginário popular brasileiro, pois temos talentos de sobra. Agora, estamos vazios de liderança política.

Entretanto, o que vai ficar mesmo marcado na memória de quem participou das Olimpíadas 2012 é a lembrança da música-tema “Carruagens de Fogo”. Esta, tocada sempre que os atletas recebiam as medalhas, foi ouvida somente 17 vezes pelos brasileiros. Muito longe da marca pretendida para 2016, que é a de se chegar entre os 10 maiores do quadro de medalhas. Em Londres, amargamos o 22° lugar.

Para que as metas sejam cumpridas, basta que os investimentos gerados para este fim sejam bem empregados. Que tal começar pela educação, equipando melhor as escolas públicas com quadras esportivas, nos moldes daquela em que a seleção brasileira de vôlei masculino treinou em Londres? “Bem que no Brasil poderia ser assim...”, sonhou o técnico Bernardinho ao saber que se tratava de uma escola pública e que todas de lá eram desta forma. 

Por Maria Oliveira

Publicado em Agosto de 2012

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Entrevista - Shaman Urbano


Shaman Urbano tem 30 anos e é tatuador há três. Para ele, tatuagem é arte e trabalhar fazendo o que se ama é quase uma terapia. Através de uma conversa, a repórter Luciana Leira esclareceu curiosidades e pegou dicas úteis para quem, assim como ela, pensa em se tatuar. Confira!

Espetaculosas: Você acha que o preconceito em relação a tatuagem tem diminuído?




Shaman Urbano: Não, muito pouco. O preconceito tá mascarado pela moda. É o que passa na TV, as pessoas tem procurado por esse motivo, mas ainda há dificuldade de aceitação das pessoas tatuadas em alguns grupos e para arrumar emprego.

ES: Quem procura a tatuagem hoje?

SB: Todo mundo, não há mais um público diferenciado. A tatuagem hoje está muito difundida, TV, novelas, filmes, Reality shows. Também tá bem balanceado entre homens e mulheres.

ES: O que você acha imprescindível para ser um bom tatuador?

SU: Para mim, é uma regra. Um bom tatuador precisa antes de tudo saber desenhar; utilizar materiais e equipamentos de boa qualidade e nunca colocar o dinheiro acima de uma boa tatuagem. Quando o cara trabalha bem, o dinheiro é uma conseqüência. Tatuagem é arte e a arte tem que vir na frente.

ES: Qual o cuidado que a pessoa precisa ter quando vai fazer uma tatuagem. Principalmente, quem nunca fez e não conhece muito o assunto?

SU: É dever procurar um estúdio conhecido, que já tenha nome, pesquisar sobre o tatuador. Todo cliente tem o direito de ver e perguntar sobre os equipamentos, agulhas, esterilização, tintas, qual o processo usado... Nunca pechinchar! A boa tatuagem não se mede pelo preço e sim pela qualidade. E pensar bem, procurar um desenho que goste bastante, evitar os modismos, para não ter arrependimentos depois.

ES: Quando a tatuagem é mal feita dá para consertar?

SU: Dá, mas as vezes não dá para fazer o que o cliente queria.  Na cobertura, a gente tem que encaixar um desenho em cima do outro e nem sempre fica do jeito desejado. Às vezes, a gente tem que montar o desenho de acordo com o que o cliente já havia tatuado antes.

 Olha eu aí, com toda coragem, fazendo minha mais nova tatuagem. E ficou linda!

 ES: Quais os desenhos mais procurados?

SU: As mulheres procuram muito flores, borboletas e símbolos. Já os homens, os campeões são os dragões, carpas e desenhos Maori, estilo polinésio.

ES: Já passou por alguma saia justa tatuando?

SU: Cantadas, tem muito assédio. A gente também é meio psicólogo, tem clientes que contam seus problemas e até choram com a gente. [Risos]

EP: Se você não fosse tatuador, o que seria?

SU: Nem sei...(pensativo). Na verdade eu já fui muita coisa: cobrador de van, camelô, designer gráfico, trabalhei com estamparia, mas a tatuagem é a minha paixão desde a adolescência. Porém, quero muito mais profissionalmente. Pretendo viajar, conhecer outras culturas e outros tatuadores. E, quando estiver mais velho e mais experiente, ter meu próprio estúdio. 

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Tatuagem



Conhecendo a arte de perto



Sempre gostei de tatuagem. Quando era pequena, fazia aquelas que vinham dentro do chiclete, que a gente cola com água. Às vezes, desenhava com canetinha, para delírio da minha mãe. 

Na adolescência, isso passou batido por mim. Tantas mudanças, transformações, que eu nem me lembrei delas. Mas um dia decidi, assim de bate – pronto, que iria fazer uma tatuagem. E fiz!

Ficou uma porcaria! O cara era um péssimo profissional... Ao longo do tempo, fiz outras, bem pensadas e bem feitas. Mas somente agora, dez anos depois, consertei o erro e refiz minha primeira tatuagem.

De onde vem essa vontade de pintar o corpo?

Há mais de 3500 anos atrás, a tatuagem já existia como forma de expressão da personalidade ou de indivíduos de uma mesma comunidade tribal (união de pessoas com as mesmas características sociais e religiosas).

Os primitivos se tatuavam para marcar os fatos da vida biológica: nascimento, puberdade, reprodução e morte. Depois, para relatar os fatos da vida social: virar guerreiro, sacerdote ou rei; casar-se, celebrar a vida, identificar os prisioneiros, pedir proteção ao imponderável, garantir a vida do espírito durante e depois do corpo.

A arte pré-histórica contém vestígios da existência de povos que cobriam o corpo com desenhos. Em muitos casos, foram encontrados desenhos de formas humanas com pinturas em seus corpos, assim como estatuetas com esses mesmos desenhos corporais indicando a possibilidade da existência da tatuagem nesses povos.

Existe uma hipótese de que as tatuagens tiveram sua origem com marcas de cicatrizes adquiridas em guerras, lutas corporais e caças. Essas cicatrizes eram motivo de orgulho e reconhecimento ao homem que as possuísse, pois representavam força e vitória.

A partir da idéia de que essas marcas eram sinônimo de vitalidade, o homem passou a marcar-se voluntariamente e, com o tempo, as cicatrizes sem sentido deram lugar a criação de desenhos com o uso de tintas vegetais e espinhos para introduzi-las à pele.




Na era Cristã, na clandestinidade, sob o jugo do poder pagão, os primeiros cristãos se reconheciam por uma série de sinais tatuados, com cruzes, as letras IHS, o peixe, as letras gregas.

Já na era moderna, a tatuagem passou por vários anos de marginalidade. Ela retorna a ser questão de relevância em nossa sociedade quando surge em artistas de música, cinema e em pessoas comuns.

Deixando de ser um símbolo de marginalidade e sim uma forma de expressão individual de arte e estética do corpo, a tatuagem não é mais tosca como as de cadeias, e sim um desenho de traços mais finos e cores variadas, uma bela obra de arte.

Cuidados a serem tomados

As tatuagens são feitas com pigmentos importados de origem mineral, principalmente, e com agulhas específicas para tatuar, sempre descartáveis e nunca reutilizadas (mesmo que seja na própria pessoa).   

As máquinas elétricas, preferencialmente, devem ter a ponteira de aço inox cirúrgico e/ou descartáveis, devem ser limpas por ultra som e esterilizadas com estufa a uma temperatura igual ou superior à 170 º C por um período de pelo menos 3 horas.

Quanto ao tatuador, este deve usar luvas e máscara para procedimentos, evitando, assim, uma possível infecção ou até a contaminação por doenças como hepatite, AIDS, tuberculose, esporos patogênicos, bactérias e fungos.

Por Luciana Leira 

Publicado em Julho de 2012

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O papel do pai


Hoje estive com duas amigas que não via há algum tempo e ambas me contaram que estão grávidas. Felizes e sorridentes! As parabenizei, perguntei as coisas básicas que se perguntam nessas horas, tempo, sexo do bebê, é para quando... E vim embora, contente com as notícias.

No meio do caminho pra casa, analisando os fatos, lembrei de uma coisa. E o pai? Ou melhor, os pais. Já repararam que quase nunca os pais são lembrados nesse momento? O papo fica tão “mulherzinha” que até nos esquecemos da importância que eles tiveram e terão no acontecimento.

Durante a gravidez e logo após o nascimento dos rebentos os pais ficam meio deslocados. A mulher e o bebê passam a ser o centro das atenções e eles, os pais, tadinhos... Ficam ali, apenas como meros expectadores, alheios a todo enjoo e percalços da gestação e amamentação.

Claro que existem pais muito participativos e preocupados com toda essa mudança, mas pouco se comenta dos sentimentos e expectativas deles, quando muito, apenas se fala na preferência deles pelo sexo do bebê. Mas e as dúvidas? E agora? Serei um bom pai? Saberei educar? Será que vou me sair bem? Acredito serem perguntas que permeiem a cabeça de muitos homens diante de tamanha responsabilidade.

No século passado, o papel do pai era o de provedor da família. Os cuidados com o bem estar, alimentação e educação das crianças eram exclusivos da mãe. Eles se relacionavam com seus filhos de forma bem diferente do que vemos hoje em dia. O papel do pai autoritário, que ditava regras vem sendo abandonado a cada dia. Tudo isso deve criar certo desconforto para aqueles que sonharam com a paternidade. Saber que com a independência feminina, eles tomaram uma posição menos incisiva neste processo. Mas não! Pai não é um acessório; pai não é descartável.

Lembro que quando minha filha nasceu e eu a peguei no colo pela primeira vez, pensei alto: E agora? Ela é minha; minha filha, minha responsabilidade. E ele, o pai, ao meu lado, respondeu quase que sussurrando: Nossa, nossa responsabilidade...

Então, defendo os pais ao direito de serem mais notados e cuidados diante deste momento, digamos, feminino. Salve os pais! Provedores e extremamente importantes na concepção, gestação e criação dos filhos. Mesmo que homem e mulher estejam separados, pai e mãe nunca estarão, ou pelo menos, não deveriam estar na hora de cuidar e educar suas crias.

Por Luciana Leira

Publicado em Junho de 2012

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